Ajudando uma colega a elaborar um material de redação, ela me perguntou como diferenciar a baixa-Augusta da ‘alta’. Bem, primeiramente, o menos incorreto: NÃO existe alta-Augusta, apenas baixa…
Em seguida, acabei rabiscando rapidamente algumas comparações e pontos de vista (pessoais) a respeito e achei que poderia compartilhar na Central.
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Augusta Jardins
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Baixa-Augusta
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custo
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investimento
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consumo
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lazer
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compras
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entretenimento
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alto ($$)
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todos ($$)
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lojas
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lugares
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números
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pessoas
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mentalidade
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consciência
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coberto
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descarado
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segmentada
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múltipla
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diferenciada
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diferente
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ter
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estar
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querer
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ser
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croissant
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pão francês
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sofisticação
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requintes
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arte
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artistas
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…
E você, o que acha? O que manda?
San Picciarelli
Gostei muito desse texto e concordo com o que foi escrito. Uma reflexão nua e crua dessa rua tão augusta. Lembrando que, seja baixa ou alta, a Augusta, inteira, é peculiar, com suas diferenças e com o ar que, só de entrar, já muda.
Uma rua que é referência, merece uma reverência. Abaixo, a minha humilde homenagem.
Algo na Augusta
No sobe e desce
Ela cresce
No vai e vem
Ela tem
Fecha, abre
Se mantém
Esquinas de gente
Povo, pessoas
Lugar peculiar
Local sem igual
Sexo, raça
Credo, cor
Todos nela
Riso ou dor
Para lá e para cá
Cruza a Paulista
Sem temor
Arte na rua
Rua da arte
Tem de tudo
Tem de todos
De Sampa
Faz parte
Parte dela muita gente
Parte em dois
Parte nossa
E na bossa
Rock, pop
Tem swing, soul também
Algo nela vibra, causa
E por uma boa causa
Caio dentro
Vou também.
João Aranha
12/08/2009
Opa Joao,
Que bacana…
Mais para frente, podemos publicar este teu texto aqui na Central.
Grande abraço,
Valeu pela colaboração.
San Picciarelli – Editor
Ajudou muito!! Obrigada San