Inspirado em uma outros textos sobre a Augusta aqui da Central – como “Desça a Maria” e “Cortada em Duas“ - o cumpadre João Aranha escreveu o texto abaixo, que re-publico com agradecimentos.
Algo na Augusta
No sobe e desce
Ela cresce
No vai e vem
Ela tem
Fecha, abre
Se mantém
Esquinas de gente
Povo, pessoas
Lugar peculiar
Local sem igual
Sexo, raça
Credo, cor
Todos nela
Riso ou dor
Para lá e para cá
Cruza a Paulista
Sem temor
Arte na rua
Rua da arte
Tem de tudo
Tem de todos
De Sampa
Faz parte
Parte dela muita gente
Parte em dois
Parte nossa
E na bossa
Rock, pop
Tem swing, soul também
Algo nela vibra, causa
E por uma boa causa
Caio dentro
Vou também.
João Aranha | 12/08/2009
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