Photo: Dirty City, (http://www.uppernine.com)
Nosso destino hora é o labor da hora ou do retorno.
No núcleo da cidade, tal qual o miolo do peito intoxicado de fumo e brita do São, respiramos em direção a mais batimentos e batidas.
O miocárdio concreto de sons está. A luz embala. O milho com manteiga pisoteia com toda a gentileza os fanzines lapidados pela criação.
Côco verde e chá mate batem o melhor papo do dia, mastigados por tatuagens férteis em sua plenitude e congeneridade.
O assunto é a orbita dos pequenos mundos. A vida se esbugalha por entre as frestas deixadas pelo semi-círculo fecundado, às médias, por dores e odores.
Magneticamente, o centro atrai com força repulsa. O esforço é reverso… e não há volta.
Pelos corredores da cidade o rumo é o centro.
