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Sábio era ele que virava a Luis Coelho e seguia em direção à baixa para o seu café da tarde.
Lá, do recosto de sua cadeira cativa (compartilhada com tantas outras bundas), o velho cruza os olhares com um punk de poucos tratos:
- Nossa – disse ele
- Que foi porra?
- Seu cabelo.. sua aparência… – arriscava-se.
- Mas que merda você hein vovô? Nunca fez nada de diferente na vida não?
Meditabundo, dois goles de café depois, disse o velho de dentro de sua camisa xadrez:
- Fiz sim, querido. Quando era novo trepei com uma arara num festival hippie. Estava aqui pensando se você não era meu filho.
(.)
SanP.
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“São Paulista”
(texto de Agosto/03-2008)
As via, mas não enxergava…
Mesmo que não hajam motivos suficientes para que as crenças tomem agora o lugar das razões, ainda assim, subjaz uma cínica e acinzentada sensação de paz, de arredor, entre os largos e vácuos cômodos da cidade. Basta que caminhemos desarmados de nossas inquietudes pelas venosas ruas e avenidas dispostas na imensidão da divisão e dos caminhos, para que caiamos voluntariamente no mínimo geo-métrico de nossos próprios descaminhos.
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Inspirado em uma outros textos sobre a Augusta aqui da Central – como “Desça a Maria” e “Cortada em Duas“ - o cumpadre João Aranha escreveu o texto abaixo, que re-publico com agradecimentos.
Algo na Augusta
No sobe e desce
Ela cresce
No vai e vem
Ela tem
Fecha, abre
Se mantém
Esquinas de gente
Povo, pessoas
Lugar peculiar
Local sem igual
Sexo, raça
Credo, cor
Todos nela
Riso ou dor
Para lá e para cá
Cruza a Paulista
Sem temor
Arte na rua
Rua da arte
Tem de tudo
Tem de todos
De Sampa
Faz parte
Parte dela muita gente
Parte em dois
Parte nossa
E na bossa
Rock, pop
Tem swing, soul também
Algo nela vibra, causa
E por uma boa causa
Caio dentro
Vou também.
João Aranha | 12/08/2009
http://reverbera.zip.net/