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	<title>Central da Augusta &#187; Arte</title>
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		<title>OS ÚLTIMOS VERDES</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 01:03:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-large wp-image-2577" title="ultimosverdes" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2010/07/ultimosverdes-570x391.jpg" alt="" width="570" height="391" /></p>
<p>São Paulo, julho de 2010 – Marepe apresenta a exposição individual “Os Últimos Verdes” na Galeria Luisa Strina entre 4 de agosto e 11 de setembro. O artista se inspirou nas lembranças de sua infância e nas cidades do sertão nordestino. Serão 9 trabalhos (esculturas, fotografias, vídeo) que desvendam a preocupação do artista com a natureza e lembram o ciclo de produção de Marepe, que já fez mostras individuais no MAM-SP (Museu de Arte Moderna de São Paulo) e no Centre Georges Pompidou (França).</p>
<p>“Os Últimos Verdes” ocupa os três andares e o terraço da galeria paulistana. Marepe costuma propor uma leitura diferente de objetos do dia-a-dia. Exemplo disso é a obra “Camas de Vento” em que as populares camas desmontáveis ganham nova forma ao remeter a um céu com vento e pássaros de asas vermelhas e pretas.</p>
<blockquote><p>“Antigamente, eu observava muitas dessas aves em minha cidade, Santo Antônio de Jesus. Agora, é mais raro vê-las”, constata Marepe.</p></blockquote>
<p>Obras como “O Coro de Lata”, e “Metamorfose” também demonstram a questão do deslocamento de objetos &#8211; moringas, funis, tachos e bacias de metal &#8211; como pontos de partida para novas significações. O vídeo inédito de 1999 “sem título” será exibido na mostra, e fala de reciclagem e do reaproveitamento de materiais. Para assistir ao vídeo, há dois bancos de madeira, talhados em formato de lacres de garrafas de champagne. No final do vídeo, Marepe resgata a obra “Cabeça Acústica” (1996), emblemática na carreira do artista.</p>
<p><strong>MAREPE</strong></p>
<p>Marepe (Marcos Reis Peixoto) nasceu em 1970 na cidade de Santo Antônio de Jesus (Bahia). Estudou Artes Plásticas na Escola de Belas Artes da UFBA (Universidade Federal da Bahia). Na década de 90, passou a ser um dos artistas brasileiros de grande sucesso nacional e internacional. O artista já realizou mostras individuais no MAM-SP (Museu de Arte Moderna de São Paulo), no Centre Georges Pompidou (França) e na Tate Modern (Inglaterra). Seus trabalhos também já estiveram presentes na Bienal de Veneza (2003), na Bienal de São Paulo (2002), na Bienal de Sidney (2004) e na Bienal do Mercosul (1999), além de exposições coletivas em outros importantes centros mundiais, como o Museu Reina Sofia (Espanha).</p>
<p><strong>GALERIA LUISA STRINA</strong></p>
<p>A história da Galeria Luisa S trina, a mais antiga galeria de arte contemporânea de São Paulo, se mistura com a trajetória profissional de Luisa Strina. Em 1970, começou como marchand dos amigos e artistas Wesley Duke Lee, Fajardo, Baravelli, José Resende e Babinski. Em 1974, abre a Galeria Luisa Strina no antigo estúdio de Baravelli, quase que em mutirão, mas já com uma linha de trabalho definida: mostrar a produção de artistas nacionais e estrangeiros, em um movimento de mão dupla, dentro e fora do país.</p>
<p>No mesmo ano, trouxe pela primeira vez ao Brasil obras dos artistas pop americanos Roy Lichstenstein, James Rosenquist, Jim Dine e Andy Warhol. Luisa Strina lançou diversos expoentes da nova geração, como Leonilson, Cildo Meireles, Tunga, Antônio Dias e Edgard de Souza. Em 1992, foi a primeira galeria latino-americana convidada a participar da seleta Feira de Arte de Basel. Atualmente, a Galeria Luisa Strina representa uma mistura de artistas consagrados e nomes emergentes, sempre mostrando o que há de mais relevante na arte contemporânea nacional e internacional.</p>
<p>MAREPE &#8211; OS ÚLTIMOS VERDES<br />
Abertura: 3 de Agosto de 2010, das 19h às 22h<br />
Período expositivo: 4 de agosto a 11 de setembro<br />
Horário de visitação: segunda-feira a sexta-feira, das 10h às 19h; sábados das 10h às 17h<br />
Censura: Livre / Entrada gratuita</p>
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		<title>Caligrafia Mau Dita e a Matilha toda&#8230;</title>
		<link>http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2010/07/12/caligrafia-mau-dita-e-a-matilha-toda/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 19:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<description><![CDATA[Pixação é tema de mostra na Matilha Cultural Exposição aborda a manifestação urbana a partir da grife &#8216;Os Muito Loucos&#8217; e convidados. São Paulo, julho de 2010 – A pichação (pixação) é uma manifestação recorrente em qualquer metrópole contemporânea. Em São Paulo ela acontece com tamanha intensidade e com caligrafia tão marcante que acabou ganhando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2010/07/matilhamaudita02.jpg" alt="matilhamaudita02.jpg" width="474" height="317" /></p>
<p style="text-align: center;">Pixação é tema de mostra na Matilha Cultural</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Exposição aborda a manifestação urbana a partir da grife &#8216;Os Muito Loucos&#8217; e convidados.</strong></p>
<p style="text-align: left;">São Paulo, julho de 2010 – A pichação <em>(pixação)</em> é uma manifestação recorrente em qualquer metrópole contemporânea. Em São Paulo ela acontece com tamanha intensidade e com caligrafia tão marcante que acabou ganhando um apelido: &#8220;Pixo&#8221;. Ao mesmo tempo em que é percebido como caótico e agressivo, o pixo paulistano vem sendo estudado como forma de expressão eadmirado pela sua caligrafia, assim como sua estética que vem sendo incorporada ao cotidiano através da moda e do design.</p>
<p>É com uma abordagem histórica dessa manifestação cultural que, entre os dias 13 e 31 de julho, a Matilha Cultural abriga a mostra “Caligrafia Mau Dita”: uma expo de registros tipográficos reunidos pela grife <em> Os Muito Loucos</em> e convidados das cinco regiões de São Paulo e ABC com mais de 20 anos de latas e muros.</p>
<p><img class="alignleft" style="margin: 15px;" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2010/07/matilhamaudita01.jpg" alt="matilhamaudita01.jpg" width="300" height="220" />A iniciativa partiu dos pixadores Manulo e Pingüim e teve apoio dos convidados Thatha (ZS), Tatei (ZO), Rash (ZN), Taylor e Vagabundo (ZL), Zé (ABC) e Ivan (Centro). Na mostra será possível conhecer as ‘folhinhas&#8217; com desenhos caligráficos, peças tão importantes individualmente quanto a própria sobrevivência da cultura. Nos encontros de pixadores, as folhinhas costumam ser trocadas, mantendo viva a caligrafia de cada grupo e ganhando caráter de peça colecionável junto com convites de festas.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Conseguimos reunir muitas letras e assinaturas raras da história da pixação. Pena que é impossível mostrar tudo de uma vez&#8221;, conta Manulo.</em></p></blockquote>
<p>Outros destaques da programação são o lançamento do documentário “Caligrafia Mau Dita”, com 20 min de duração e dirigido por Jey (Flávio Ferraz) &#8211; um dos organizadores da mostra, Há também uma exposição de fotos de João Wainer e Victor Moryama que contextualizam artisticamente a pixação na cidade de São Paulo; além de ilustrações de Paulo Ito (Artista Plástico e Ilustrador), que aborda o pixo em linguagem de HQ.</p>
<p>Está programado ainda um ciclo de conversas sobre as diversas facetas do pixo, com nomes como Claudio Rocha (da publicação Tupigrafia), Jaime Prades e Celso Gitahy já confirmados.</p>
<blockquote><p><em>“Ao receber a mostra caligrafia Mau Dita, a Matilha Cultural abre espaço para maior conhecimento e reflexão sobre esta manifestaçao latente da cidade de São Paulo. É uma oportunidade do público ter contato mais amplo e entender melhor as dinâmicas que acontecem por trás do pixo”, explica Demetrio Portugal, gerente de projetos da Matilha.</em></p></blockquote>
<p><strong>Contexto Histórico</strong></p>
<p><img class="alignleft" style="margin: 15px;" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2010/07/matilhamaudita04.jpg" alt="matilhamaudita04.jpg" width="429" height="287" />Nos anos 1960, a pixação surgiu como forma de protesto com o fortalecimento do movimento estudantil em Paris, Londres e por todo o mundo. Na década de 1980 ganhou destaque no muro de Berlim, que separava as cores do spray do lado ocidental (capitalista) em contraposição à monocromia militar do lado oriental (comunista).</p>
<p>Em São Paulo, a pixação assumiu seu caráter na cidade já a partir dos anos 1980/90.</p>
<blockquote><p><em>“No início, a pixação consistia em escrever exaustivamente o próprio nome em grande escala dentro de inúmeros bairros e avenidas da cidade. O objetivo principal para os praticantes era sair do anonimato, simplesmente ser notado”, conta Jey, o artista responsável pelo documentário “Caligrafia Mau Dita”.</em></p></blockquote>
<p>Com o passar do tempo, uma competição entre os pixadores ambientava a cena. A utilização dos pseudônimos ajudou na criação de grupos de pessoas que juntos, divulgam símbolos para representar uma determinada turma – ou grife.</p>
<blockquote><p><em>“Imagine alguém que olha para o alto e se pergunta: como conseguiram &#8216;pixar&#8217; no topo daquele prédio? Como subiram? Como fizeram isso? Porque?” questiona Manulo, um dos fundadores d‘Os Muito Loucos. “As perguntas vão surgindo junto à indignação daqueles que não conseguem entender a necessidade de expressão, adrenalina e rebeldia (ou qual for a real motivação) diante de um sistema capitalista e irracional”, opina o pixador.</em></p></blockquote>
<p><strong>MÚSICA na Matilha!</strong></p>
<p><strong><em>Terças-feiras</em></strong> &#8211; Aquecimento Central – Toda terça-feira, o happy hour musical da Matilha recebe os DJs Soares / Zinco e convidados especiais.</p>
<p><strong><em>Sextas-feiras</em></strong> &#8211; Mondo Cane: Trilhas sonoras do mundo – O happy-hour / pré-balada das sextas-feiras passeia pelas trilhas sonoras do mundo! <em>“Eu, DJ Mzk &amp; Wojtila destilaremos um pouco dos sons do mundo, com especiarias sonoras dos 5 continentes, para aqueles que desejam fugir por alguns minutos do mundo cão”.</em></p>
<p><strong><em>Sábados</em></strong> &#8211; FunkDogDelic – Funk anos 70, samba rock e soul music no projeto de black-music da Matilha Cultural. Dj João Branco é residente e recebe convidados como Kl Jay, Dj Hum, BiD, Tio Fresh, entre outros. Durante o projeto acontece também feira de vinis e camisetas da black-music.</p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;"><img class="alignright" style="margin: 15px;" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2010/07/matilhamaudita05.jpg" alt="matilhamaudita05.jpg" width="429" height="287" /></span>+ URBANIDADES:</strong></p>
<p>No final de julho, a Matilha recebe <span style="text-decoration: underline;"><em>Urbanidades</em></span>. A mostra tem por objetivo ser um espaço de reflexão e visibilidade de produções audiovisuais nas quais as temáticas centrais sejam Hip-Hop, arte, culturam problemas, questões e personagens urbanos.</p>
<p>Entre os shows programados estão os de Sombra, Sandrão e Criolo Doido. No cinema, uma programação extensa com filmes como &#8216;Freestyle, um estilo de vida&#8217; (Pedro Gomes), &#8216;Favela no ar&#8217; (Ivan Vale Ferreira) e &#8216;A ponte&#8217; (João Wainer e Roberto T. Oliveira).</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>MATILHA CULTURAL</strong></p>
<p style="text-align: right;">Rua Rego Freitas, 542 – São Paulo.</p>
<p style="text-align: right;">Tel.: (11) 3256-2636.</p>
<p style="text-align: right;">Horários de funcionamento: terça-feira a sábado, das 12h as 20h.</p>
<p style="text-align: right;">Wi-fi grátis &#8211; Cartões: VISA (débito/crédito)</p>
<p style="text-align: right;">Entrada livre e gratuita, inclusive para cães.</p>
<p style="text-align: right;">www.matilhacultural.com.br</p>
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		<title>Van Gogh para crianças</title>
		<link>http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/06/04/van-gogh-para-criancas/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 21:02:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ler]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[O holandês Van Gogh ficou conhecido como &#8220;o louco de cabelo vermelho&#8221;. Compreendido por poucos devido ao seu estilo inovador de pintar e sua personalidade complexa, o artista vendeu apenas um quadro em vida. Hoje, suas obras são valorizadas nos leilões de arte e na Holanda há até uma fundação e um museu que levam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote cite="http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ilustrada/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u426099.shtml">
<div style="text-align: justify;">
    
  </div>
<p><img src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/06/vincent-van-gogh-16.jpg" width="160" height="192" alt="vincent_van_gogh_16.jpg" style="float:left;" /></p>
<div style="text-align: justify;">
    O holandês Van Gogh ficou conhecido como &#8220;o louco de cabelo vermelho&#8221;. Compreendido por poucos devido ao seu estilo inovador de pintar e sua personalidade complexa, o artista vendeu apenas um quadro em vida. Hoje, suas obras são valorizadas nos leilões de arte e na Holanda há até uma fundação e um museu que levam seu nome.
  </div>
<div style="text-align: justify;">
    
  </div>
<div style="text-align: justify;">
    
  </div>
<div style="text-align: justify;">
    O livro <a href="http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/136209/"><b>&#8220;Meu Nome É&#8230;Vincent van Gogh&#8221;</b></a>, editado pela <a href="http://publifolha.folha.com.br/"><b>Publifolha</b></a>, conta a história deste famoso pintor para as crianças, com linguagem leve e clara. O título está à venda no <a href="http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/136209/">site da Publifolha</a>. <a href="http://redir.folha.com.br/redir/online/folha/ilustrada/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u426099.shtml">Leia mais</a> (21/05/2009 &#8211; 18h45)
  </div>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
      
    </div>
<div style="text-align: right;font-size: 10px;">
      Publifolha
    </div>
</p></div>
<div style="text-align: justify;">
<table class="fe175" style="text-align: justify;">
<tbody>
<tr>
<td class="fo1l">
</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<div style="text-align: justify;font-size: 10px;">
    
  </div>
</blockquote>
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		<title>Garotas do Calendário voltam a posar</title>
		<link>http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/05/15/garotas-do-calendario-voltam-a-posar/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 20:31:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[calendário]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[inglaterra]]></category>

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		<description><![CDATA[fonte: BBC Brasil Dez anos após posarem nuas para arrecadar fundos para caridade, mulheres inglesas às voltas com a terceira idade, conhecidas como Garotas do Calendário, tiraram a roupa mais uma vez para lançar um novo calendário. O calendário 2010 traz uma série de 12 imagens inéditas de seis das 11 mulheres que participaram da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>fonte: BBC Brasil</p>
<p style="text-align: justify;">Dez anos após posarem nuas para arrecadar fundos para caridade, mulheres inglesas às voltas com a terceira idade, conhecidas como Garotas do Calendário, tiraram a roupa mais uma vez para lançar um novo calendário.</p>
<p style="text-align: justify;">O calendário 2010 traz uma série de 12 imagens inéditas de seis das 11 mulheres que participaram da realização do primeiro, em 1998. A ideia original foi criada por Angela Baker, que perdeu o marido naquele ano após uma longa batalha contra o câncer. Ela e outras amigas da organização Womens&#8217;s Institute (Instituto das Mulheres) decidiram embarcar no projeto, acreditando que as vendas de alguns calendários seria o suficiente para comprar um novo sofá para o hospital onde seu marido havia passado seus últimos dias.</p>
<p><img src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/05/0913359.jpg" width="300" height="196" alt="Leukemia Research/Divulgação " style="float:left;" /></p>
<p style="text-align: justify;">Além de ter vendido 800 mil cópias, o calendário deu origem ao filme &#8220;Garotas do Calendário&#8221;, com Helen Mirren, lançado em 2004, que já arrecadou 2 milhões de libras (R$ 6,3 milhões) para pesquisas sobre a leucemia. Durante o discurso de lançamento do novo calendário, Angela Baker disse que seu marido &#8220;está certamente feliz com tudo o que elas alcançaram&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Às vezes eu tenho que me beliscar para acreditar que essa é a minha história. Eu sinto tantas emoções, é difícil de explicar&#8221;, disse ela. A diretora-executiva da instituição de caridade britânica Leukemia Research, Cathy Gilman, disse há 10 anos que &#8220;as &#8216;garotas&#8217; nunca poderiam ter imaginado que arrecadariam tanto dinheiro para ajudar a salvar vidas&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">(&#8230;)</p>
<p style="text-align: justify;">Há algum tempo atrás me lembro de ter ouvido umas pessoas conversando em um café aqui da região sobre fazer um calendário do tipo &#8211; o que seria muito bacana.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Coldplay: Download de Album Gratuito</title>
		<link>http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/05/15/coldplay-download-de-album-gratuito/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 19:01:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você gosta de Coldplay, a banda britânica coloca a disposição dos fâs todas as faixas do álbum &#8216;Left Right&#8217; através de um hotsite. Download legal, atitude igual. Para baixar, clique na imagem ou aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://lrlrl.coldplay.com/leftright.html" title="Left Right, Coldplay"><img src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/05/leftright-tracklist.jpg" width="300" height="300" alt="leftright_tracklist.jpg" /></a></p>
<div style="text-align: justify;">
  Se você gosta de Coldplay, a banda britânica coloca a disposição dos fâs todas as faixas do álbum &#8216;Left Right&#8217; através de um hotsite. Download legal, atitude igual. Para baixar, clique na imagem ou <a href="http://lrlrl.coldplay.com/leftright.html" title="Left Right, Coldplay">aqui</a>.
</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
  
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Entrevista: As boas marcas&#8230;</title>
		<link>http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/04/23/entrevista-as-boas-marcas/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 02:25:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<category><![CDATA[augusta]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[tattoo]]></category>

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		<description><![CDATA[Deixar marcas é uma das características mais certeiras da Rua Augusta&#8230; É muito provável que em algum momento, algo seja impresso naqueles que passam por ela. Atualmente ciculam em média cerca de 250 mil pessoas mensalmente pela região da baixa-Augusta, quer seja para passear ou só de passagem, para comer ou ser comido, a trabalho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Deixar marcas é uma das características mais certeiras da Rua Augusta&#8230; É muito provável que em algum momento, algo seja impresso naqueles que passam por ela. Atualmente ciculam em média cerca de 250 mil pessoas mensalmente pela região da baixa-Augusta, quer seja para passear ou só de passagem, para comer ou ser comido, a trabalho ou à toa.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje no final da tarde eu tive contato com três caras muito bacanas que, ironicamente, também são especializados em deixar marcas nas pessoas. Estou falando de <strong>Léo, Zeca e Xim</strong>, os artistas tatuadores que estão à frente do <strong>New-Wind Tattoo Studio</strong>. É na curiosamente pacata galeria, bem à frente do espaço Unibanco de cinema, que há oito anos bate firme com os pés no chão um estúdio cheio de moral, atitude positiva e um público justificadamente fiel.</p>
<div id="attachment_702" class="wp-caption alignleft" style="width: 190px"><img class="size-full wp-image-702 " title="3tigre" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/04/3tigre.jpg" alt="Tigre, Quadro da Casa" width="180" height="446" /><p class="wp-caption-text">Tigre, Quadro da Casa</p></div>
<p style="text-align: justify;"><em>“Cara, eu tinha uma lojinha de body piercing ‘falidaça’ na Móoca e precisava urgentemente mudar de ares. Provavelmente ficaremos aqui por mais uns 50 anos&#8230; mas vir para cá foi meio que na cagada mesmo”</em> comenta Léo, que em 2001 começou a rabiscar sua história com muito trabalho junto do amigo Carlos [ex-New Wind, que ficou por estas bandas por uns sete anos e agora está em seu estúdio próprio na região do Jabaquara]</p>
<p style="text-align: justify;">O mais bacana foi descobrir que o New-Wind é praticamente um dos únicos estúdios de tattoo da cidade que trabalha exclusivamente com tatuagem ‘customizada’.<em> “Se a tatuagem é da casa, então é um trabalho obrigatoriamente original e que não será repetido. Podemos até fazer a reprodução de algo que o cliente acaba trazendo para tatuar, mas nosso principal cliente é aquele que busca o estilo que cada um de nós estuda individualmente há anos” </em>comentam os três sobre que tipo de trabalhos orientam o dia-a-dia do estúdio.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você é médico, advogado, plugado, aborrecente, engravatado, maluco, criativo ou então uma senhora de 65 anos que está atualmente terminando de cobrir os dois braços com seu grito aliviado de liberdade e os belos traços desses três locais, relaxa, nem se sinta o tal: o seu tipo já passou por aqui.</p>
<p style="text-align: justify;">O estúdio não faz divulgação na mídia e não participa de ações comerciais ou de publicidade com sua arte. <em>“Abominamos anúncios em revistas e jornais&#8230; rimos pacas disso o tempo todo. Nosso cliente gosta de tatuagem e nem de longe é aquele sujeito que encontra algo para carimbar no corpo numa revista de moda, fofoca, etc&#8230;”</em> agulham Léo e Zeca, sem anestesia. <em>“Se quiséssemos uma lista de espera, tava fácil&#8230;: é só entrar nessa máquina aí. Não temos qualquer interesse nisso”</em> explica Léo ao pontuar sobre a facilidade de ajeitar os seus horários e não deixar nenhum cliente da casa de fora.</p>
<p style="text-align: justify;">Como todo bom estúdio de tattoo deve ser, o New Wind não foge à regra e a acolhida é calorosa e também simples, uma combinação infalível. Há espaço para bons equipamentos e quadros artísticos que abraçam o mural com a temática da tattoo (pintados pelos três) e que só saem dali para se dependurar em raras exposições ou mostras, à convite. O lugar tem cor, ótima vibração e uma atitude positiva, receptiva&#8230; mas sem se esquecer de deixar bem claro que ali não se tatua curiosos ou quem não quer alcançar um vínculo com essa arte sempre muito atual.</p>
<p style="text-align: justify;">Como coisa boa não está jogada por aí, quando passar pelos cinemas do espaço Unibanco dê uma olhadelha lá para cima da galeria e procure pelo letreiro em <em>neon</em> que convida a poucos: “TATTOO”. Se estiver acesso, então tem tinta na agulha, boa informação e gente fina na casa.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong><em><span style="text-decoration: underline;">Léo</span></em></strong> foi fabricado na paz de Pindamonhangaba, mas o seu esboço final encontrou endereço na capital mesmo. É morador da baixa-Augusta e dá aulas de jiu-jitsu ao lado do Vegas Club, quando sobra tempo, e sua carreira é totalmente voltada para a arte e a tatuagem.</li>
<li>Não diferente na dedicação e no estudo, o gaúcho <strong><em><span style="text-decoration: underline;">Zéca</span></em></strong> acaba de tirar a carteirinha de papai. De fala amigável, só dá para saber que ele veio do Sul se ele contar mesmo.</li>
<li>Aliás, nem mesmo o concentrado <strong><em><span style="text-decoration: underline;">Xim</span></em></strong>, boa-praça original de alguma praça lá de Juiz de Fora, tampouco tem cara de mineiro. De tão unidos e dedicados que são, fazem escola até entre si. Xim está esperando para começar a pintar as paredes do quarto de casa &#8211; vai ser &#8216;pappá&#8217; também. Agora, só falta o Léo&#8230;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Bem gravados na vibração da Augusta de longa data, vindo de todo o canto, e com uma puta cara de paulista.</p>
<p style="text-align: right;">Anote aí, o Serviço é o seguinte:</p>
<p style="text-align: right;"><strong>New Wind Studio</strong></p>
<p style="text-align: right;"><em>Léo, Zeca e Xim</em></p>
<p style="text-align: right;">1492, Rua Augusta &#8211; sala 23</p>
<p style="text-align: right;">www.fotolog.com/new_wind</p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: center;"><strong>Confira fotos da entrevista:</strong></p>

<a href='http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/04/23/entrevista-as-boas-marcas/3tigre/' title='3tigre'><img width="150" height="150" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/04/3tigre-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Tigre, Quadro da Casa" title="3tigre" /></a>
<a href='http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/04/23/entrevista-as-boas-marcas/1front/' title='1front'><img width="150" height="150" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/04/1front-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="New-Wind Tattoo" title="1front" /></a>
<a href='http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/04/23/entrevista-as-boas-marcas/2ambiente/' title='2ambiente'><img width="150" height="150" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/04/2ambiente-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ambiente" title="2ambiente" /></a>
<a href='http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/04/23/entrevista-as-boas-marcas/4wall/' title='4wall'><img width="150" height="150" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/04/4wall-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Wall" title="4wall" /></a>
<a href='http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/04/23/entrevista-as-boas-marcas/5leo/' title='5leo'><img width="150" height="150" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/04/5leo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Léo" title="5leo" /></a>
<a href='http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/04/23/entrevista-as-boas-marcas/6xim/' title='6xim'><img width="150" height="150" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/04/6xim-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Xim" title="6xim" /></a>
<a href='http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/04/23/entrevista-as-boas-marcas/7zeca/' title='7zeca'><img width="150" height="150" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/04/7zeca-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Zéca" title="7zeca" /></a>

<p style="text-align: right;"><strong>San Picciarelli</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><br />
</strong></p>
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