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	<title>Central da Augusta &#187; augusta</title>
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		<title>Endosse essa idéia!</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 13:37:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana C.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[augusta]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>

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		<description><![CDATA[A tão comentada colaboração da web 3.0, que atualmente tem movimentado desde o tuiteiro conectado até as grandes corporações, chegou ao comércio. A primeira loja colaborativa foi inaugurada em São Paulo no início do ano passado, e quem adivinha onde ela fica? Se você pensou na rua Augusta, acertou. Aliás, nada mais adequado. A Endossa é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/11/24/endosse-essa-ideia/"><img class="size-full wp-image-1818 aligncenter" title="endossa" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/11/endossa.jpg" alt="endossa" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A tão comentada colaboração da web 3.0, que atualmente tem movimentado desde o tuiteiro conectado até as grandes corporações, chegou ao comércio. A primeira loja colaborativa foi inaugurada em São Paulo no início do ano passado, e quem adivinha onde ela fica?</p>
<p style="text-align: justify;">Se você pensou na rua Augusta, acertou. Aliás, nada mais adequado. A Endossa é um espaço pensado para empreender idéias, construído a cada dia por quem vende e por quem compra. <span id="more-1796"></span>Funciona assim: qualquer pessoa pode alugar um espaço. Basta criar uma marca e &#8212; depois, é claro, de enfrentar uma fila de espera &#8212; expor os itens produzidos. Lá são vendidos desde roupas, sapatos e acessórios até artigos eróticos. Vale tudo!</p>
<p style="text-align: justify;">E já que a colaboração pressupõe que todos participem dos processos, são os clientes que decidem quais marcas continuam participando da loja. É isso mesmo: cada aquisição é um endosso e determina se a mercadoria deve permanecer à venda. Ou seja, quanto mais você compra, mais a loja se molda ao seu gosto e ao seu estilo.</p>
<p style="text-align: justify;">Gostou do conceito? Garanto que você vai gostar ainda mais dos produtos que, além de criatividade e irreverência, têm qualidade e agradam os mais diversos públicos.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Serviço: Endossa</strong> - <a href="http://www.endossa.com">www.endossa.com</a><br />
Rua Augusta, 1360 – Consolação – São Paulo/SP<br />
Terça a quinta, das 12h às 20h | Sexta e sábado, das 12h às 22h | Domingo, das 16h às 22h</p>
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		<title>Rua Augusta</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 05:11:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana C.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Aqui é]]></category>
		<category><![CDATA[augusta]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem dera o mundo inteiro fosse como os quarteirões da rua Augusta, ali da avenida Paulista até a praça Roosevelt! Desde os engravatados que a descem até os boêmios que a sobem, passando pelas suas tão famosas moças e também pelos modernos e antenados, gente de todos os tipos e com todos os gostos convivem, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/11/augusta.jpg" rel="lightbox[1693]" title="augusta"><img class="alignnone size-medium wp-image-1698" title="augusta" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/11/augusta-300x231.jpg" alt="augusta" width="300" height="231" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Quem dera o mundo inteiro fosse como os quarteirões da rua Augusta, ali da avenida Paulista até a praça Roosevelt! Desde os engravatados que a descem até os boêmios que a sobem, passando pelas suas tão famosas moças e também pelos modernos e antenados, gente de todos os tipos e com todos os gostos convivem, se divertem e são felizes (ou ao menos tentam).</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1693"></span>Esse pedaço é uma síntese de São Paulo, perfeito para quem pretende conhecer e experimentar de forma intensa o que ela tem a oferecer. Tenho certeza de que Manuel Antonio Vieira, ao abrir uma trilha no meio da sua chácara no finalzinho do século 19, não podia imaginar quão simbólica, múltipla e diversa ela se tornaria.</p>
<p style="text-align: justify;">O caminho de terra, que hoje é uma das principais vias de acesso que liga o centro da cidade ao coração econômico da capital, ficou mesmo famosa graças à turma da Jovem Guarda e seus calhambeques que desfilavam por ela a 120 por hora. Mas foi mais ou menos na década de 50 que a Augusta ganhou o título de “a rua da moda” da Paulicéia.</p>
<p style="text-align: justify;">Na época, comprar em suas boutiques, frequentar as tradicionais docerias ou tomar um chá no final da tarde por ali era sinônimo de riqueza. Alguns espaços, como o Pirandello, viraram ponto de encontro de intelectuais e artistas e, apesar da novidade dos frequentes congestionamentos, suas discotecas embalavam animadamente as noites de sábado.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o crescimento do número de inferninhos, a expansão das “casas de entretenimento para homens” e a migração dos principais pontos comerciais para os shoppings, também chegaram nos anos 80 as pensões, os cortiços e a decadência. Felizmente, o renascimento aconteceu no final da década passada, quando espaços culturais e cinemas foram inaugurados em prédios antes abandonados e trouxeram novo ânimo à região.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, a rua Augusta é sinônimo da contemporaneidade paulistana e, com todos os seus contrastes e as suas contradições, um exemplo do que é ser cosmopolita atualmente. Para mim, é impossível pensar no futuro de Sampa sem me lembrar de que tudo acontece primeiro por aqui. E é um pouquinho desse tudo que pretendo dividir com você.</p>
<p style="text-align: right;">Muito prazer!</p>
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		<title>Café com Vodka</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 12:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[augusta]]></category>
		<category><![CDATA[domingo]]></category>
		<category><![CDATA[vodka]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesse domingo, 04 de outubro, os residentes Bispo, Fred Stecca e Andre Rocc comandam mais uma edição do Café com Vodka no Sonique. A idéia é reunir os mais animados para uma última celebração antes da segunda-feira Além do Trio, o jornalista Ailton Botelho mostra suas habilidades como DJ. No repertório, hits de décadas passadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/10/l_957_638_533FC61E-0329-420F-A229-956C3E16CEF0.jpeg" rel="lightbox[1531]" title="Café com Vodka"><img class="alignleft" style="border: 0px initial initial;" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/10/l_957_638_533FC61E-0329-420F-A229-956C3E16CEF0.jpeg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Nesse domingo, 04 de outubro, os residentes Bispo, Fred Stecca e Andre Rocc comandam mais uma edição do Café com Vodka no Sonique. A idéia é reunir os mais animados para uma última celebração antes da segunda-feira</p>
<p style="text-align: justify;">Além do Trio, o jornalista Ailton Botelho mostra suas habilidades como DJ. No repertório, hits de décadas passadas mesclados ao House. Repaginado, o café agora é um exótico drink. Mistura de vodka, gelo e açúcar, a bebida é servida em shots gelados. O chá das cinco não é mais o mesmo. E o Café com Vodka é quinzenal.<span id="more-1531"></span></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Serviço: Sonique - 17h</strong><br />
<em> Rua Bela Cintra, 461, Consolação<br />
Telefone – fale com o concierge: (11) 2628- 8707<br />
Estacionamento: R$ 20,00<br />
Capacidade: 300 pessoas<br />
Acesso para deficientes<br />
Aceita cheque e os cartões: Visa e Mastercard<br />
Censura: 18 anos<br />
Entrada: R$ 25 homens e mulheres<br />
www.soniquebar.com.br<br />
info@soniquebar.com.br </em>
</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Central Entrevista: SAMORCC</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 22:07:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[augusta]]></category>
		<category><![CDATA[bairro]]></category>
		<category><![CDATA[mobilização]]></category>
		<category><![CDATA[reuniões]]></category>
		<category><![CDATA[samorcc]]></category>

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		<description><![CDATA[Para muitos, a baixa-Augusta é um lugar por onde passam milhares de pessoas todos os dias para trabalhar, mais outros milhares todas as tardes e noites para se divertir. Bem mais além disso, existem outras pessoas que dependem ainda mais do seu bom funcionamento e manutenção: seus moradores. Envolvendo todas as camadas e tipos para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="clear: both; text-align: center;">
<p style="clear: both">
<p style="clear: both"><a class="image-link" href="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/09/baixaaugusta-thumb.jpg" rel="lightbox[1419]" title="Central Entrevista: SAMORCC"><img class="linked-to-original alignleft" style=" display: inline; float: left; margin: 0 10px 10px 0;" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/09/baixaaugusta-thumb.jpg" alt="" width="300" height="188" align="left" /></a></p>
<div style="text-align: justify;">Para muitos, a baixa-Augusta é um lugar por onde passam milhares de pessoas todos os dias para trabalhar, mais outros milhares todas as tardes e noites para se divertir. Bem mais além disso, existem outras pessoas que dependem ainda mais do seu bom funcionamento e manutenção: seus moradores. Envolvendo todas as camadas e tipos para todos os gostos, o memso perfil cotidiano do trecho também serve para desvendar o tipo de pessoas que mora por aqui.<span id="more-1419"></span></div>
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;">Não diferente de qualquer outro bairro ou região da cidade, a Augusta também precisa de um olhar organizacional e de frente para ir se aprimorando e crescer conforme a sua vocação urbana. Na busca constante pelo resgate de seus valores e por estabelecer as suas melhores práticas, todo mundo que faz alguma coisa além de trabalhar ou se divertir por aqui busca mostrar o braço e arregaçar as suas mangas.</div>
<p style="text-align: justify;">Dentre muitos que sempre destacamos aqui na Central, hoje vamos entrevistar a Célia Marcondes, diretora da Sociedade de Amigos, Moradores e Empresários do Bairro de Cerqueira César.</p>
<p style="clear: both">
<p style="clear: both; text-align: center;"><strong>A CENTRAL ENTREVISTA CELIA MARCONDES, DIRETORA DA SAMORCC</strong></p>
<p style="clear: both"><a class="image-link" href="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/09/samorcc-full.jpg" rel="lightbox[1419]" title="Central Entrevista: SAMORCC"><img class="linked-to-original" style=" text-align: center; display: block; margin: 0 auto 10px;" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/09/samorcc-thumb.jpg" alt="" width="200" height="86" /></a></p>
<div style="text-align: justify;"><strong>Central da Augusta, San Picciarelli: Oi Célia, explique para os nossos leitores o que é a SAMORCC?</strong></div>
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;"><em>SAMORCC, Célia: Oi San, a SAMORCC é uma entidade sem fins lucrativos, que congrega moradores e empreendedores da região de Cerqueira César (Jardins e Consolação). Ela tem por finalidade ser um canal de comunicação entre os anseios da comunidade e o Poder Público Municipal, Estadual e Federal. Busca o diagnóstico dos problemas e indica soluções nas áreas de urbanismo, meio ambiente, social, etc.</em></div>
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;"><strong>Central: Como ela nasceu e qual o caminho que percorreu até hoje?</strong></div>
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;"><em>Célia: A Entidade nasceu em 2.001, representando apenas a região do lado Jardins, com o objetivo de requalificar a região, à época muito degradada e absolutamente abandonada pela administração pública da época, que alegava estar priorizando apenas a periferia. Há 03 anos ampliamos nossa area de atuação, a pedido de moradores da Consolação. Com o auxílio dos moradores da região, já pudemos fazer muito para a região, como plantio de árvores, calçadas da Augusta, etc.</em></div>
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;"><strong>Central: De todas as dificuldades da região, qual você destacaria como a maior?</strong></div>
<p style="text-align: justify;"><em>Célia: Sensibilizar e convencer a administração pública.</em></p>
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;"><strong>Central: Específicamente na baixa-Augusta, o que você vê a curto-prazo? Qual é o nosso futuro na tua visão?</strong></div>
<p style="text-align: justify;"><em>Célia: A degradação foi acentuando ao longo dos anos. Ela não ocorreu de um dia para o outro. Assim, não será de um dia para o outro que resolveremos a situação. Há na região um evidente abandono dos imóveis por parte dos proprietários, causando desvalorização dos imóveis. Há, ainda, o abandono por parte do poder público e tudo isto ocorreu pela imigração dos interesses econômicos para outros pontos da cidade.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>A curto prazo estamos tentando fazer algo simples, rápido e eficiente. Plantamos, com recurso de TAC, 178 mudas de árvores, elevando a rua ao status de alameda. Pretendemos melhorar a iluminação pública, a que tem é insuficiente. Devemos, ainda, melhorar a limpeza pública. A coleta de lixo é ineficiente. O horário de coleta não atende a necessidade, precisando ser feita mais que uma vez, assim como a varrição, que deixa a desejar. Ressaltamos que o que degrada a rua não são as atividades alí desenvolvidas, mas o abandono da administração. Anseamos por um futuro melhor para todos. Segurança e bem estar para quem mora, trabalha ou frequenta a rua.</em></p>
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;"><strong>Central: Já estive em uma das reuniões&#8230; Qualquer pessoa pode participar?</strong></div>
<p style="text-align: justify;"><em>Célia: Sem dúvida, todos são muito bem-vindos.</em></p>
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;"><strong>Central: E qual é a pauta com os assuntos atuais e decisões mais importantes Célia?</strong></div>
<p style="text-align: justify;"><em>Célia: Rua Augusta, requalificação e administração. Parque augusta. A luta continua. Tivemos a DECLARAÇÃO DE UTILIDADE PÚBLICA feita pela Municipalidade á vésperas das eleições municipais mas há ameaça de aprovação por parte do Poder Público, da construção de condomínios na área. A especulação imobiliária é impiedosa e neste caso luta contra a preservação ambiental e CONTRA O ANSEIO E DIREITO DA COMUNIDADE de ter um parque, um meio ambiente mais equilibrado!</em></p>
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;"><strong>Central: Precisando entrar em contato, como as pessoas devem fazer para falar com a SAMORCC?</strong></div>
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;"><em>Célia: www.samorcc.org.br ou pelo telefone 3262.4767</em></div>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="clear: both; text-align: center;"><strong>Queima-Língua: </strong></p>
<p style="clear: both"><strong>1) São Paulo?</strong></p>
<p style="clear: both"><em>Meu ambiente.</em></p>
<p style="clear: both"><strong>2) Augusta de dia?</strong></p>
<p style="clear: both"><em>Trabalho / empreendorismo!</em></p>
<p style="clear: both"><strong>3) Baixa-Augusta à noite?</strong></p>
<p style="clear: both"><em>Vida/ diversão</em></p>
<p style="clear: both"><strong>4) Vizinhos?</strong></p>
<p style="clear: both"><em>O próximo.</em></p>
<p style="clear: both"><strong>5) Samorcc é&#8230;?</strong></p>
<p style="clear: both"><em>Ambiente equilibrado!</em></p>
<p style="clear: both; text-align: right;">Muito obrigado pela entrevista Célia.</p>
<p style="clear: both">
<p style="clear: both; text-align: right;"><strong>San Picciarell</strong><strong>i</strong></p>
<p style="clear: both">
<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
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		<title>Cara de Augusta</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 06:10:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[augusta]]></category>
		<category><![CDATA[careta]]></category>
		<category><![CDATA[rua]]></category>

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		<description><![CDATA[Cheia de preferências e gostos, não há pele em seu semblante desforme que não se enrugue diante das milhões de caras que faz. Com inúmeras facetas, mil faces, cada um dos rostos que se encerra em sua forma faz uma careta para olhar retina adentro daquele que ousar cruzar seu caminho. Seja uma careta rija [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-position: initial initial;"><a class="image-link" href="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/09/careta-full.jpg" rel="lightbox[1355]" title="Cara de Augusta"><img class="linked-to-original" style=" display: inline; float: left; margin: 0 10px 10px 0;" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/09/careta-thumb1.jpg" alt="" width="300" height="435" align="left" /></a>Cheia de preferências e gostos, não há pele em seu semblante desforme que não se enrugue diante das milhões de caras que faz. Com inúmeras facetas, mil faces, cada um dos rostos que se encerra em sua forma faz uma careta para olhar retina adentro daquele que ousar cruzar seu caminho.</p>
<p style="text-align: justify;">Seja uma careta rija em dia de frio ou convidativa em todos-os-dias de calor, a língua de fora pode ser tanto um deboche como também um convite escrachado. Pode vir de qualquer um, para qualquer outro. Pode ser para alegrar ou para intimidar. Pode ser, pode nem sequer tentar ser&#8230;<span id="more-1355"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Se o traço do seu caminho pela Augusta for linear, não fará qualquer diferença cruzar a rua e trocar de calçadas. Você estará sempre muito longe de compreender os pormenores de cada ângulo e nem vai notar que ao lado da entrada do hotel para quem não é daqui, está a calçada de saída para quem daqui sairia se pudesse&#8230; se quisesse.</p>
<p style="text-align: justify;">Não vai ser incomodado com a arte diferente que, se contemplada, lhe incomodará um bocado. Talvez a ponto de você se questionar se aquilo é mesmo, realmente, arte. Mas aqui até a arte não tem dublês.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o seu próprio compasso bater no mesmo tempo do relógio que tica abaixo do asfalto por mil vezes recoberto, que ruge por entre as rachaduras das calçadas bucólicas e imundas em toda a sua imaculada descaradez, é seguro que até o seu vocabulário mudará. Você torna-se inseguro, perde a palavra, rouba-se do próprio termo e perde o passo, parando para ver. Se decidir se perder de vez, até paga para ver. Leva um tempo não-turista para isso mudar e você ver &#8216;mais&#8217;.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando foi a última vez que você comprou uma idéia? Por certo que há bem menos tempo do que a última vez em que a consumou depois de pagar por ela. Sem buscar criar em você qualquer fantasia de que existe algo por aqui que pode ser seu, sem que você pague por seu preço, a oferta do sublime e do espúrio é qualquer coisa, menos cínica. Tudo mostra seu valor.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem cara feia mas novamente, cheia de caras e bocas, Augusta não fará quaisquer esforços para se redimir da sua desvergonha. Se lhe oferecer jazz, será jazz genuíno e mais caras. Se lhe disser &#8216;carne&#8217;, será um mercado de carne real e mais muitas caras. Até se lhe vender os pensamentos logo de cara, via uma enorme cara escancarada para fora de seus próprios irrealismos, toda pintada, com voz impossível e cartões feitos e escritos à mão; será cara sobre cara e mais a sua cara, transformada. E é tudo real&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">De línguas para fora da sua careta multi-forme, peculiarmente única, trocará de você o seu vis-a-vis todo elaborado pela possibilidade de um mergulho obscuro no lindo indescoberto, no sujo sem qualquer cobertura, na música dôce, no som ardido, na certeza disso, na possibilidade daquilo.</p>
<p style="text-align: justify;">Diferente das outras eiras da cidade, nessa beira tudo por aqui pode permanecer o mesmo, com exceção da sua cara, pois é na gênese de sua própria expressão que habita o <em>pure-</em><em>visage</em> que dela se deprende.</p>
<p style="text-align: justify;">É da própria cara que a deidifica que nascem todas as outras, e jamais o contrário.</p>
<p style="text-align: justify;">Se tiver baixa tolerância cutânea, deixe-se então intoxicar pelo fumo e pelo brio raro de um sítio arqueológico-urbano a céu aberto e tente, se ousar, posar. Você já sabe que qualquer tribo tem livre trânsito e que o facto de não ser tão bem-vindo em qualquer outro canto não lhe restringe espaço por entre essas linhas esquálidas, baixa-Augusta abaixo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas tente fazer uma cara que não seja a sua, e note o ruído ao seu redor quando for encarado por ollhares reais, deformados ou magníficos, milidécimos ou eternos, aleatórios ou simplesmente ao léu&#8230; e sorria: você está na baixa-Augusta.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a sua cara é real, então você é bem-vindo.</p>
<p style="text-align: justify;">Se não é, foda-se.</p>
<p style="clear: both; text-align: right;"><strong>San Picciarelli</strong></p>
<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
<!-- PHP 5.x -->]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Cortada em Duas</title>
		<link>http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/08/12/cortada-em-duas/</link>
		<comments>http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/08/12/cortada-em-duas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 21:49:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Zeral]]></category>
		<category><![CDATA[augusta]]></category>
		<category><![CDATA[diferença]]></category>
		<category><![CDATA[urbano]]></category>

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		<description><![CDATA[Ajudando uma colega a elaborar um material de redação, ela me perguntou como diferenciar a baixa-Augusta da &#8216;alta&#8217;. Bem, primeiramente, o menos incorreto: NÃO existe alta-Augusta, apenas baixa&#8230; Em seguida, acabei rabiscando rapidamente algumas comparações e pontos de vista (pessoais) a respeito e achei que poderia compartilhar na Central. Augusta Jardins Baixa-Augusta custo investimento consumo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="clear: both"><!-- table {} td 	{padding-top:1px; 	padding-right:1px; 	padding-left:1px; 	color:windowtext; 	font-size:10.0pt; 	font-weight:400; 	font-style:normal; 	text-decoration:none; 	font-family:Verdana; 	text-align:general; 	vertical-align:bottom; 	border:none; 	white-space:nowrap;} ruby 	{ruby-align:left;} rt 	{color:windowtext; 	font-size:8.0pt; 	font-weight:400; 	font-style:normal; 	text-decoration:none; 	font-family:Verdana; 	display:none;} --></p>
<p style="clear: both;" align="justify"><span style="color: #000000;">Ajudando uma colega a elaborar um material de redação, ela me perguntou como diferenciar a baixa-Augusta da &#8216;alta&#8217;. Bem, primeiramente, o menos incorreto: NÃO existe alta-Augusta, apenas baixa&#8230;</span></p>
<p style="clear: both;" align="justify"><span style="color: #000000;">Em seguida, acabei rabiscando rapidamente algumas comparações e pontos de vista (pessoais) a respeito e achei que poderia compartilhar na Central.</span></p>
<p style="clear: both" align="justify">
<p style="clear: both; text-align: left; "><img class="linked-to-original alignnone" style="text-align: center; display: block; margin-top: 0px; margin-bottom: 10px;" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/08/LOGO_CDA-3D-thumb22.png" alt="" width="180" height="179" /></p>
<table style="border-collapse: collapse;table-layout:fixed" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="70%" align="center">
<col span="2" width="75"></col>
<tbody>
<tr height="13">
<td height="13">
<div style="text-align: center;"><strong><span style="color: #000000;">Augusta Jardins </span></strong></div>
</td>
<td>
<div style="text-align: center;"><strong><span style="color: #000000;">Baixa-Augusta</span></strong></div>
</td>
</tr>
<tr height="13">
<td style="text-align: center;" height="13"></td>
<td style="text-align: center;"></td>
</tr>
<tr height="13">
<td height="13">
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">custo</span></div>
</td>
<td>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">investimento</span></div>
</td>
</tr>
<tr height="13">
<td height="13">
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">consumo</span></div>
</td>
<td>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">lazer</span></div>
</td>
</tr>
<tr height="13">
<td height="13">
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">compras </span></div>
</td>
<td>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">entretenimento</span><span style="display:none">o</span></div>
</td>
</tr>
<tr height="13">
<td height="13">
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">alto ($$)</span></div>
</td>
<td>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">todos ($$)</span></div>
</td>
</tr>
<tr height="13">
<td height="13">
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">lojas</span></div>
</td>
<td>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">lugares</span></div>
</td>
</tr>
<tr height="13">
<td height="13">
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">números</span></div>
</td>
<td>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">pessoas</span></div>
</td>
</tr>
<tr height="13">
<td height="13">
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">mentalidade</span></div>
</td>
<td>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">consciência</span></div>
</td>
</tr>
<tr height="13">
<td height="13">
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">coberto</span></div>
</td>
<td>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">descarado</span></div>
</td>
</tr>
<tr height="13">
<td height="13">
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">segmentada</span></div>
</td>
<td>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">múltipla</span></div>
</td>
</tr>
<tr height="13">
<td height="13">
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">diferenciada</span></div>
</td>
<td>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">diferente</span></div>
</td>
</tr>
<tr height="13">
<td height="13">
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">ter</span></div>
</td>
<td>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">estar</span></div>
</td>
</tr>
<tr height="13">
<td height="13">
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">querer</span></div>
</td>
<td>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">ser</span></div>
</td>
</tr>
<tr height="13">
<td height="13">
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">croissant</span></div>
</td>
<td>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">pão francês</span></div>
</td>
</tr>
<tr height="13">
<td height="13">
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">sofisticação</span></div>
</td>
<td>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">requintes</span></div>
</td>
</tr>
<tr height="13">
<td height="13">
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">arte</span></div>
</td>
<td>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">artistas</span></div>
</td>
</tr>
<tr height="13">
<td height="13"></td>
<td style="text-align: center;"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="color: #000000;">&#8230;</span></p>
<p><span style="color: #000000;">E você, o que acha? O que manda?</span></p>
<p style="clear: both; text-align: right;"><strong><span style="color: #000000;">San Picciarelli</span></strong></p>
<!-- PHP 5.x -->]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fé Inesperada</title>
		<link>http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/08/11/fe-inesperada/</link>
		<comments>http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/08/11/fe-inesperada/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 19:21:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[augusta]]></category>
		<category><![CDATA[Vineyard]]></category>

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		<description><![CDATA[Numa cidade tão agitada e cheia de ruídos como São Paulo, até mesmo a fé parece vir dos lugares menos esperados. A imagem ao lado foi tirada no toilete do Pedaço da Pizza, aqui na baixa, e indica o website de um pessoal muito gente fina da igreja evangélica Vineyard que fica aqui na Augusta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="clear: both; text-align: right;"><a class="image-link" href="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/08/vyneardbr.png" rel="lightbox[1288]" title="Fé Inesperada"><img class="linked-to-original" style=" display: inline; float: left; margin: 0 10px 10px 0;" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/08/vyneardbr-thumb.png" alt="" width="300" height="400" align="left" /></a></p>
<div style="text-align: justify;">Numa cidade tão agitada e cheia de ruídos como São Paulo, até mesmo a fé parece vir dos lugares menos esperados. A imagem ao lado foi tirada no toilete do Pedaço da Pizza, aqui na baixa, e indica o website de um pessoal muito gente fina da igreja evangélica <a href="http://www.vineyardsaopaulo.com/" target="_blank">Vineyard</a> que fica aqui na Augusta e tem seus encontros aos domingos.</div>
<div style="text-align: justify;">Não faz muito tempo e eles passaram para a Central um pouco do trabalho que fazem e deram o seu recado. Nessa semana passada, estive pelo Pedaço tarde da noite para assassinar aquela vontade fora-de-hora de comer uma fatia.</div>
<div style="text-align: justify;">Ao lavar as mãos, notei o que gosto de chamar de &#8220;Doorffitti&#8221; e cliquei. Na fila de espera pelo meu pedaço, acabei conversando com umas pessoas que entraram no site ali mesmo, de seus smartphones, e já marcavam de dar um pulo na <a href="http://www.vineyardsaopaulo.com/" target="_blank">Vineyard</a> no próximo domingo.</p>
<p>Vejam só&#8230; a fé, até no banheiro.</p></div>
<p>San Picciarelli</p>
<p style="clear: both; text-align: right;clear: both; text-align: right;">Serviço:<strong><a href="http://www.vineyardsaopaulo.com/" target="_blank">Vineyard Brasil</a></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
<!-- PHP 5.x -->]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sexy Dolls na baixa-Augusta</title>
		<link>http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/08/04/sexy-dolls-na-baixa-augusta/</link>
		<comments>http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/08/04/sexy-dolls-na-baixa-augusta/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 17:22:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[augusta]]></category>
		<category><![CDATA[sexy dolls]]></category>
		<category><![CDATA[video-clipe]]></category>

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		<description><![CDATA[O grupo Sexy Dolls foi criado recentemente e é inspirado nas americanas Pussycat Dolls. Com uma diferença, as Sexy Dolls Sabrina Boing Boing, Carol Miranda e Julia Paes são atrizes da indústria de cinema adulto. Nesta última semana elas gravaram cenas de seu próximo video-clipe na Rua Augusta e uma pequena parte em frente ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O grupo Sexy Dolls foi criado recentemente e é inspirado nas americanas Pussycat Dolls. Com uma diferença, as Sexy Dolls Sabrina Boing Boing, Carol Miranda e Julia Paes são atrizes da indústria de cinema adulto. Nesta última semana elas gravaram cenas de seu próximo video-clipe na Rua Augusta e uma pequena parte em frente ao MASP, em São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em entrevista para a Central da Augusta, Sabrina fala um pouco sobre esta fase inicial dos trabalhos do grupo, de uma viagem para uma série de shows em Dubai nos Emirados Árabes, sobre o relacionamento entre as três e sobre a sua visão da baixa-Augusta.</p>
<p style="text-align: justify;">Photos:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/centraldaaugusta/sets/72157621818529989/show/with/3788959512/"><img class="alignnone" title="Sexy Dolls, Photos" src="http://farm4.static.flickr.com/3569/3788959512_e2caae4078.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Entrevista Sabrina Boing-Boing</p>
<p style="text-align: justify;"><p><a href="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/08/04/sexy-dolls-na-baixa-augusta/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p><!-- page generated by www31 at 09:42:05 08/04/09 --></p>
<!-- PHP 5.x -->]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dr[a]mas da Meia-Noite: Inscrições Prorrogadas</title>
		<link>http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/07/23/dramas-da-meia-noite-inscricoes-prorrogadas-2/</link>
		<comments>http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/07/23/dramas-da-meia-noite-inscricoes-prorrogadas-2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 20:17:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[augusta]]></category>
		<category><![CDATA[cia de dança]]></category>
		<category><![CDATA[Corpos Nômades]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[PRORROGADA AS INSCRIÇÕES PARA A 2ª MOSTRA D(R)AMAS DA MEIA-NOITE Estão abertas até dia 29 de julho de 2009 as inscrições para a 2ª Mostra D(r)amas da Meia Noite. A mostra acontecerá nos dias 21, 22, 28 e 29 de agosto de 2009, sextas e sábados, à meia-noite. A mostra cênica tem a intenção de apresentar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">PRORROGADA AS INSCRIÇÕES PARA A 2ª MOSTRA D(R)AMAS DA MEIA-NOITE</p>
<p style="clear: both;"><a href="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/07/d_r_amasdanoite.jpg" rel="lightbox[1173]" title="Dr[a]mas da Meia-Noite: Inscrições Prorrogadas"><img style="text-align: center; display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; border: 0px initial initial;" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/07/d_r_amasdanoite-thumb1.jpg" alt="" width="372" height="259" /></a></p>
<div style="text-align: justify;">Estão abertas <span style="text-decoration: underline;">até dia 29 de julho de 2009</span> as inscrições para a 2ª Mostra D(r)amas da Meia Noite. A mostra acontecerá nos dias 21, 22, 28 e 29 de agosto de 2009, sextas e sábados, à meia-noite. A mostra cênica tem a intenção de apresentar trabalhos de dança com intérpretes criadoras (mulheres) da dança e do teatro contemporâneo. Para a inscrição, é necessário que o espetáculo tenha em sua ficha técnica mulheres, na criação, concepção, direção e autoria.</div>
<p style="clear: both;">
<div style="text-align: justify;">A finalidade da Cia Corpos Nômades em organizar essa mostra é possibilitar às artistas da dança e do teatro a exibição dos seus trabalhos e permitir que a difusão das investigações e experimentos cênicos contribua para a formação de público. Aos trabalhos selecionados será oferecido ajuda de custo: espetáculos solos R$400,00, duos e trios R$600,00 e trabalhos de grupo R$800,00.</div>
<p style="clear: both; text-align: right;">
<div style="text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold;">Serviço / Inscrições :</strong></div>
<p style="clear: both; text-align: right;">Encaminhar projeto com DVD do espetáculo para:</p>
<p style="clear: both; text-align: right;"><strong style="font-weight: bold;"><em style="font-style: italic;">O LUGAR, sede da Companhia &#8220;CORPOS NÔMADES</em></strong></p>
<p style="clear: both; text-align: right;">&#8220;Rua Augusta, 325 &#8211; CEP-01305-000 &#8211; Fone: 3237 3224 &#8211; São Paulo &#8211; SP</p>
<p style="clear: both; text-align: right;">
<p style="clear: both; text-align: right;"><strong style="font-weight: bold;">Datas:</strong></p>
<p style="clear: both; text-align: right;">aceitas até</p>
<p style="clear: both; text-align: right;"><span style="text-decoration: underline;">29 de Julho</span></p>
<p style="clear: both; text-align: right;">
<p style="clear: both; text-align: right;"><strong style="font-weight: bold;">Imprensa:</strong></p>
<p style="clear: both; text-align: right;">Canal Aberto – (Márcia Marques)</p>
<p style="clear: both; text-align: right;">11 2914 0770 | 3798 9510 | 9126 0425</p>
<p style="clear: both; text-align: right;"><a href="http://www.canalaberto.com.br/" target="_blank">www.canalaberto.com.br</a></p>
<p style="clear: both; text-align: right;"><a href="mailto:canal.aberto@uol.com.br">canal.aberto@uol.com.br</a></p>
<p style="clear: both; text-align: right;">
<p style="clear: both; text-align: right;"><strong style="font-weight: bold;">Informações:<br />
</strong><a href="mailto:ciacorposnomades@gmail.com">ciacorposnomades@gmail.com</a></p>
<!-- PHP 5.x -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/07/23/dramas-da-meia-noite-inscricoes-prorrogadas-2/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Jornal-esmo&#8230;</title>
		<link>http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/07/06/jornal-esmo/</link>
		<comments>http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/07/06/jornal-esmo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 00:20:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[augusta]]></category>
		<category><![CDATA[bairro]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[problema]]></category>

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		<description><![CDATA[Independente de quantos jornais, revistas e canais de TV nós assistimos todos os dias, o broadcasting dos &#8220;fatos&#8221; mudou completamente de meios e formatos. Diariamente, vemos a prova de que o próprio cotidiano dos grandes aglomerados e a fusão dos veículos mais sociais de comunicação eletrônica/digital assumem a frente da informação. Ao invés de esperarmos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Independente de quantos jornais, revistas e canais de TV nós assistimos todos os dias, o broadcasting dos &#8220;fatos&#8221; mudou completamente de meios e formatos. Diariamente, vemos a prova de que o próprio cotidiano dos grandes aglomerados e a fusão dos veículos mais sociais de comunicação eletrônica/digital assumem a frente da informação.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao invés de esperarmos que um editor decida em sua sala o que deve ou não ser impresso e distribuído, antes (muito antes) a informação já correu muitas redes de pessoas, já foi verificada e até mesmo inventada.</p>
<p style="text-align: justify; background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-position: initial initial;"><img class="size-medium wp-image-1053" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/07/zebra-300x195.png" height="195" align="left" width="300" style=" display: inline; float: left; margin: 0 10px 10px 0;" />Na semana em que, de facto, morreu Michael Jackson, várias outras celebridades &#8220;seriam&#8221; também assassinadas pelo novo jornalismo livre. E isso não é privilégio apenas do mais desinformados ou mal-intencionados. Sites grandes como a próprio UOL repassou a notícia de que a cantora pop juvenil Lady Gaga teria cometido suicídio ao saber que um de seus ídolos havia morrido. Aliás, enviei pessoalmente uma comunicação de errata à UOL notificando da não-verificação desta notícia até aquele momento. Algo que infelizmente não produziu qualquer resposta. O fato é que a notícia foi ao ar.</p>
<p style="text-align: justify;">Tanto foi que, excentricidades dos tempos modernos à parte, penso que o tema merece um pouco mais de atenção que roupas pretas, panelas apanhando de jovens com seus narizes pintados de vermelho aqui na cabeça da baixa-Augusta. Com o povo ligado à tudo (muitas vezes, também à nada) através de seus celulares e smartphones, não demorou muito e pude ver umas meninas lamentando &#8211; e repassando &#8211; a tal notícia de que aquela artista havia cometido suicídio diante da morte de Michael Jackson. Assim mesmo, enquanto mordia uma fatia de pizza de balcão e escrutinava a tela de seu celular&#8230; &#8220;Gente, a Lady Gaga se matou&#8230;&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Desconfortavelmente, por exemplo, tem crescido o número assaltos e furtos de celular na região da Paulista e da Augusta. Na maioria das vezes basta apenas estar andando próximo ao meio-fio e falando ao celular ao mesmo tempo para ser alvo fácil da molecada de bicicleta &#8211; ou a pé mesmo &#8211; para dizer adeus ao seu aparelho favorito.</p>
<p style="text-align: justify;">Há algumas noites atrás, na semana passada, estava revendo textos tarde da noite quando ouvi quatro estampidos. Imediatamente, peguei a câmera e desci para a portaria do prédio. Cruzando ruas e procurando falar com quem por lá estava (já passava das 01hs00 da madrugada&#8230;), depois de filtrar a coisa toda, o resumo deu no seguinte: um suposto policial à paisana deu dois tiros para o alto e mais dois na direção de um sujeito suspeito que aparentemente não teve êxito em mais uma tentativa de assalto. Ninguém quer falar, ninguém quer aparecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro, especialmente se você está transitando pela rua a essa hora&#8230; o anonimato pode ser um cobertor quente, ao mesmo tempo que pode ser uma boa ducha de água fria.</p>
<p style="clear: both"><img class="size-thumbnail wp-image-1059" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/07/news-150x150-thumb.jpg" height="150" align="left" width="150" style=" display: inline; float: left; margin: 0 10px 10px 0;" />
<div style="text-align: justify;">No dia seguinte pouco se comenta, exceto o &#8220;&#8230; isso já está ficando normal por aqui&#8221;, o que não passa de algo no mínimo inaceitável, tanto para quem trabalha e passa pela região todo os dias, como também (especialmente) para quem mora por aqui.</div>
</p>
<p style="text-align: justify;">Mais uma dessas é o &#8216;assunto&#8217; entre os moradores da região a respeito de um certo time de malandros que andava roubando os cabos de tv à cabo e de internet, vejam só, instalados sob as calçadas do bairro, em longos corredores subterrâneos que percorrem grandes distâncias abaixo do solo.</p>
<p style="text-align: justify;">A coisa de uns dois meses atrás, algum morador do bairro fez uma denúncia e a polícia apareceu. Sim, apareceu mas não porque os tais cabos e fios estavam sendo subtraidos debaixo da terra, mas sim porque corria a informação de que duas moradoras do bairro, uma senhora e uma moça mais jovem, haviam sido violentadas e mortas e estavam dentro dos tais túneis subterrâneos.</p>
<p style="text-align: justify;">Conversando com oficiais da polícia científica e da polícia militar na ocasião, pude constatar que haviam de facto evidências do tal roubo como ele havia sido inicialmente descrito. Eles fotografaram tênis, cobertores e outras traquitanas lá por baixo, dando conta de que havia mesmo pessoas transitando por ali. Felizmente, não foram encontradas as tais mulheres &#8211; que aos montes já ocupavam o assunto de diversas portarias e prédios da região. A polícia veio. Sim, fato. Isolou a área por um curto período, fotografou, partiu. Mas por que razão? Pelo tal roubo real ? Pelas tais mulheres fabricadas? Por ambos?</p>
<p style="clear: both"><img title="noticia" class="size-medium wp-image-1060" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/07/noticia-300x222.jpg" height="222" align="right" alt="fonte: WorldWideWeb" width="300" style=" display: inline; float: right; margin: 0 0 10px 10px;" />
<div style="text-align: justify;">Outro fato é que nada disso virou &#8216;notícia&#8217; nos meios de comunicação mais usuais. Lembro-me de ouvir uma repórter que, de dentro de sua unidade móvel com adesivos da RedeTV perguntou se era mesmo o caso das mulheres ou apenas de um roubo. Ao saber que felizmente não se encontrou nenhum corpo, e sem fazer qualquer anotação (claro, isso não dá &#8220;pauta&#8221;, apenas a miséria humana explorada até o osso dá), ligou o carro e tal qual todo mundo, também partiu.</div>
</p>
<p style="text-align: justify;">Fios de internet, cabos, celulares e aparelhos portáteis&#8230; No meio da desinformação, nem mesmo os próprios instrumentos de informação escapam. E como tem dito a propaganda do Jornal o Estado (Estadão) &#8220;Informação e Conhecimento são coisas diferentes&#8221;. Sim, correto.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, o dia-a-dia de nossa cidadania precisa de mais, muito mais. Ambos, informação e conhecimento são indispensáveis para uma sociedade útil e ativa. O que ao meu ver ainda é parco e sua percepção e amplo em sua carência é a &#8220;transmissão&#8221; de ambos. Vou repetir a palavra&#8230; &#8220;trans-mis-são&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao retornarmos ao tempo em que o jornalismo não dependia de certificações institucionais para transmitir-se, voltamos à possibilidade de uma época mais susceptível ao avanço &#8220;via seu próprio povo&#8221; do que qualquer outro contrário. Penso que nem vale à pena comentar os já exaustos comparativos com médicos e advogados&#8230; mesmo sendo eu um jovem filho de uma ex-jornalista de carreira da Folha de São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos afastamos dos padrões de países como Arábia Saudita, Colômbia, Congo, Costa do Marfim, Croácia, Equador, Honduras, Indonésia, Síria, Tunísia, Turquia e Ucrânia, que ainda também exigem o diploma para o exercício da profissão.</p>
<p style="text-align: justify;">Em países como Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Chile, China, Costa Rica, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Irlanda, Itália, Japão, Luxemburgo, Peru, Polônia, Reino Unido, Suécia e Suíça &#8211; agora também o Brasil &#8211; não só é mais alto o nível e profundidade técnica da cobertura jornalísitica, como também é mínimo (senão quase inexistente) o número de profissionais sem qualquer formação direta ou indiretamente ligadas à TRANSMISSÃO da informação e do conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify; background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-position: initial initial;"><img class="size-full wp-image-1061" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/07/jornalismo-thumb5.jpg" height="384" align="left" width="290" style=" display: inline; float: left; margin: 0 10px 10px 0;" />E como nos disse via Twitter o comediante Rafinha Bastos, <em>&#8220;Estude para aprender, não para obter uma cela especial. Foda-se o diploma</em> (de jornalismo)&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify; background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-position: initial initial;">Quer manter seu celular? Será então que você quer continuar a usar sua internet ou assistir seus programas favoritos sem ter que ligar reclamando que ambos não estão funcionando porque alguém anda subtraindo os cabos nos túneis da rua? Ou talvez você queira resolver de uma vez por todas tantos outros problemas do seu bairro, sua cidade, seu país? Então, pare de re-clamar sem qualquer reflexão, arregace as mangas e&#8230; transmita!</p>
<p style="text-align: justify;">Transmita informação e conhecimento verificados, entretenedores, utilizáveis, úteis&#8230; enfim. Quando alguém lhe transmitir algo parecido com &#8220;vamos às ruas tirar um corrputo do poder&#8230; o local é o MASP (ou outro qualquer), as horas serão 19hs&#8221;, saia detrás de seu cômodo teclado e de seu cínico Copy-n-Paste e vá até lá. Noventa e poucos presentes AINDA ganham em transmitir a mensagem mais ideal, mesmo diante de centenas de milhares de<em>retweets</em> via internet. É boa a hora para dinstinguir a transmissão da contaminação e, aqui, o termo viral muito bem se aplica. Contaminar NÃO é o mesmo que Transmitir.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez seja tempo de remodelar o tal ditado de nossos avós &#8220;falar é fácil&#8221;.Transmitir algo ativamente poderoso é bem MENOS fácil que só falar.</p>
<p style="text-align: justify;">O verdadeiro poder não é, nunca foi e jamais deve ser de quem está &#8216;franqueado&#8217; a transmitir.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse poder aí &#8211; o poder de transmitir &#8211; é nosso. Quem autoriza é você, sou eu.</p>
<p style="clear: both">
<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
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		<title>Augusta (345), Picanha e Cia</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 22:50:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo de Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[augusta]]></category>
		<category><![CDATA[caseiro]]></category>
		<category><![CDATA[muito bom]]></category>
		<category><![CDATA[picanha]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurante Quilo Almoço]]></category>

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		<description><![CDATA[Picanha &#38; Cia O Prato nosso de cada dia. Parodiando Vinicius &#8220;os pratos ruins que me perdoem, mas ser delicioso é fundamental&#8221;. Não sei quanto aos leitores, mas eu almoço todos os dias por aqui e não sei passar sem esse break. A baixa-Augusta tem zilhares de opções para o regabofe do meio-dia e vão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, -webkit-fantasy; font-size: small;"><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"><span style="font-family: Times; font-size: medium; line-height: normal;"> </span></span></span></p>
<div>
<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_1043" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px;"><span style="color: #ffffff;"><br />
</span><span style="color: #ffffff;"><img class="size-medium wp-image-1043" title="picanhaecia" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/06/picanhaecia-300x221.jpg" alt="Picanha &amp; Cia" width="300" height="221" /></span></p>
<dd class="wp-caption-dd"><span style="color: #ffffff;">Picanha &amp; Cia</span></dd>
</dl>
</div>
</div>
<p align="justify"><span style="color: #ffffff;">O Prato nosso de cada dia.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="color: #ffffff;">Parodiando Vinicius </span><em><span style="color: #ffffff;">&#8220;os pratos ruins que me perdoem, mas ser delicioso é fundamental&#8221;</span></em><span style="color: #ffffff;">. Não sei quanto aos leitores, mas eu almoço todos os dias por aqui e não sei passar sem esse </span><em><span style="color: #ffffff;">break</span></em><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="color: #ffffff;">A baixa-Augusta tem zilhares de opções para o regabofe do meio-dia e vão desde o chique até o pavoroso, numa escala incrivelmente variada. Prefiro recomendar a alertar contra, de forma que o farei acerca do melhor &#8220;quilo&#8221; da região. Trata-se do &#8220;Picanha &amp; Cia.&#8221; que está posicionado na altura do número 345 da eterna. É um &#8220;quilo&#8221;, por certo, mas a comida é caseira e simplesmente de-li-ci-o-sa!</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="color: #ffffff;"><span style="color: #000000;"><span style="color: #ffffff;">Entre saladas e prato quentes, as opções chegam à marca de 50 e são diariamente alteradas. Os proprietários procuram manter a rotina (virado paulista às segundas; feijoada às quartas; nas quintas, la pasta; às sextas, peixe. Ops, pulei a terça? Bem, a dobradinha parece mesmo ter desaparecido das terças paulistanas</span><span style="color: #ffffff;">).</span><span style="color: #ffffff;">. Mas isso acaba sendo incrementado com opções muito boas e tudo com gosto d</span><span style="color: #ffffff;">e</span><span style="color: #ffffff;"> &#8220;comida lá de casa&#8221;.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Há sempre os problemas trazidos pelo banho-maria: </span><span style="color: #ffffff;">definitivamente, esse sistema não combina com frituras (bifes, batatas fritas e outras frituras devem ser comidas, preferencialmente, logo após terem sido feitas).</span><span style="color: #ffffff;"> Porém, supera-se o obstáculo com desenvoltura ímpar usando dos assados e cozidos de panela: lagartos, cupins e assim por diante. O tempero é sensacional e posso afirmar sem erro que é o melhor da Augusta, só perdendo para o lá de casa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">E tome massas &#8211; lazanhas, bifes à parmegianna e à millanesa, frangos, peixes, verduras e legumes panachè ou em saladas. Todos os dias o restaurante altera o cardápio, mas esses mais básicos estão sempre às ordens para atender os mais exigentes gostos e dietas. Além das tais carnes assadas, os meus preferidos são os pastéis: às sextas e sábados, de carne, queijo ou palmito, feitos ali mesmo. O vento não cabe por conta do farto recheio e a massa é precisa, sequinha.</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: bold;"><span style="color: #ffffff;">Serviço</span></span><span style="color: #ebebeb;"><span style="color: #ffffff;">:</span></span></span></p>
<p style="text-align: right;">Picanha &amp; Cia.</p>
<p style="text-align: right;">Rua Augusta, 345, entre Caio Prado e Marquês de Paranaguá, fone (11) 3258-9161.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ffffff;"> </span><a href="mailto:picanhachopp@gmail.com" target="_blank"><span style="color: #ffffff;">picanhachopp@gmail.com</span></a><span style="color: #ffffff;"> </span></p>
<p style="text-align: right;">100 g = R$ 2,29</p>
<p style="text-align: right;">De Segunda a Sábado, das 11h30min às 15h.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><span style="color: #ebebeb;"><span style="color: #ffffff;"> </span></span></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"> </span></p>
<!-- PHP 5.x -->]]></content:encoded>
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		<title>Teatro &amp; Jazz com Panquecas</title>
		<link>http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/06/24/teatro-jazz-com-panquecas/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 19:10:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo de Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[augusta]]></category>
		<category><![CDATA[Club Noir]]></category>
		<category><![CDATA[Comida]]></category>
		<category><![CDATA[jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Noite]]></category>
		<category><![CDATA[Ouvir]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[O Club Noir foi inaugurado em 2008 com uma proposta inovadora a bordo de um projeto arquitetônico lindíssimo: teatro da melhor qualidade e após os espetáculos, JAZZ! Sou um saudosista profissional (e neste caso) do Opus 2004, casa lendária que hoje é engolida pela Lustres Yamamura na Consolação e que tocava jazz, só jazz, de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://innaugustastyle.blogspot.com"><img class="aligncenter" title="Rua Augusta" src="http://4.bp.blogspot.com/_sHqud1wUoxo/SWVfxu_2BDI/AAAAAAAABME/-lQPOhNSzio/S1600-R/augusta2.jpg" alt="" width="496" height="157" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Club Noir foi inaugurado em 2008 com uma proposta inovadora a bordo de um projeto arquitetônico lindíssimo: teatro da melhor qualidade e após os espetáculos, JAZZ! Sou um saudosista profissional (e neste caso) do Opus 2004, casa lendária que hoje é engolida pela Lustres Yamamura na Consolação e que tocava jazz, <em>só jazz</em>, de todos os gêneros de segunda a segunda. O carro ia no piloto automático. Era chegar lá, sentar e ouvir os bambas em jam-sessions incríveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O jazz em São Paulo estava paradão, até que o Club Noir resolveu (re)abrir-lhe as portas &#8211; e o faz das quintas aos sábados à partir das 22h30min e a partir das 21h30min aos domingos.</p>
<p style="text-align: justify;">Instrumental cantado e emoldurando o flamenco (dançado aos domingos), o jazz tem esquentado essas frias noites outonais. Grandes músicos estão lá e a platéia tem inclusive ganhado &#8220;canjas&#8221; de convidados especiais, dentre os quais o grande Bocato, cujo currículo enorme inclui &#8211; vejam só &#8211; o conjunto que acompanhou os derradeiros shows dela, da maior, da invencível e insuperável Elis Regina.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a coisa não fica apenas na música de primeira qualidade. O Club Noir ainda possui um bar de primeira com vinhos chilenos e drinks clássicos e o melhor: PANQUECAS! Deliciosas, caseiras, de carne, framgo ou queijos, imperdíveis. Há também grandes sopas e tentadores doces, todos caseiros, sem o risco de knorr&#8217;s e horrores tais.</p>
<p style="text-align: justify;">Teatro de primeira, jazz de qualidade, comida tentadora: essa combinação faz-me recomendar fortemente o Club Noir, ao qual falta um site para melhor divulgar suas atrações.</p>
<p style="text-align: justify;">Dica: As (quatro) 4 peças atuais têm ENTRADA GRATUITA, bastando chegar com até uma hora de antecedência para pegar ingressos. Imperdoável perder&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">(1) quintas, 21h, &#8220;CARÍCIAS&#8221;<br />
(2) sextas, 21h, &#8220;BAAL&#8221;<br />
(3) sábados, 21h, &#8220;A CASA DE BERNARDA ALBA&#8221;<br />
(4) domingos, 20h, &#8220;O TELEFONEMA&#8221;</p>
<p style="text-align: right;">Serviço:</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Club Noir</strong></p>
<p style="text-align: right;">Augusta, 331,</p>
<p style="text-align: right;">entre Marquês de Paranaguá e Caio Prado,</p>
<p style="text-align: right;">ao lado do Piolin</p>
<p style="text-align: right;">fones: 3257-8129 e 3255-8448</p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: justify;">
<!-- PHP 5.x -->]]></content:encoded>
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		<title>Desça a Maria</title>
		<link>http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/06/23/desca-a-maria/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 23:58:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Achadas e Perdidas]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[augusta]]></category>
		<category><![CDATA[conto]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Paulista, Cruzamento e luz caem Caos uníssono Romântico e surdo De mãos dadas com a noite Descida Letreiros e cafés Chapéus e bonés Música muda Mudança Curva e mais andança Impessoal, distúrbio Sensação, fagulhas de luz Retinas concêntricas Como a tela do cinema E às portas do teatro Atriz, cultura e seios Muita bunda Lindas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img class="alignleft size-full wp-image-1004" style="border: 20px solid black;" title="pinupgala2" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/06/pinupgala2.jpg" alt="pinupgala2" width="184" height="545" /></div>
<div></div>
<div>Paulista,</div>
<div>Cruzamento e luz caem</div>
<div>Caos uníssono</div>
<div>Romântico e surdo</div>
<div>De mãos dadas com a noite</div>
<div>Descida</div>
<div>Letreiros e cafés</div>
<div>Chapéus e bonés</div>
<div>Música muda</div>
<div>Mudança</div>
<div>Curva e mais andança</div>
<div>Impessoal, distúrbio</div>
<div>Sensação, fagulhas de luz</div>
<div>Retinas concêntricas</div>
<div>Como a tela do cinema</div>
<div>E às portas do teatro</div>
<div>Atriz, cultura e seios</div>
<div>Muita bunda</div>
<div>Lindas, horríveis</div>
<div>Um abraço inimaginável</div>
<div>Escadas deploráveis</div>
<div>Não-laváveis</div>
<div>Impossível</div>
<div>Escancarando probabilidades</div>
<div>Duas mãos na rua</div>
<div>Tudo a quatro mãos</div>
<div>Tatuagem</div>
<div>Frio na espinha pelos cantos</div>
<div>Eiras e beiras aos precipícios</div>
<div>Indício</div>
<div>Início</div>
<div>Praça Roosevelt</div>
<p style="text-align: right;">San Picciarelli</p>
<p style="text-align: right;">
<!-- PHP 5.x -->]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Arte, Rock &amp; Cerveja</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 23:58:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[augusta]]></category>
		<category><![CDATA[cerveja]]></category>
		<category><![CDATA[happy hour]]></category>
		<category><![CDATA[outs]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1017" class="wp-caption aligncenter" style="width: 577px"><a href="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-admin/www.clubeouts.com"><img class="size-full wp-image-1017 " title="flyer lounge" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/06/flyer-lounge.jpg" alt="flyer lounge" width="567" height="420" /></a><p class="wp-caption-text">Arte, Rock &amp; Cerveja no Club OUTS</p></div>
<!-- PHP 5.x -->]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Viva la Augusta! &amp; Viva a Ferrugem!</title>
		<link>http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/06/18/viva-la-augusta-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 20:14:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Achadas e Perdidas]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[-Dia]]></category>
		<category><![CDATA[amigos]]></category>
		<category><![CDATA[Aqui é]]></category>
		<category><![CDATA[augusta]]></category>
		<category><![CDATA[Carniceria Z]]></category>
		<category><![CDATA[tattoo]]></category>
		<category><![CDATA[Viva La Augusta]]></category>

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		<description><![CDATA[Z Carniceria recebe a terceira edição do encontro Viva La Augusta! Neste domingo, 21 de junho, é realizado o 3º encontro de carros antigos, clássicos, hot rods, low riders, lambretas, choppers, custom bikes e low bikes da Rua Augusta. Promovido por Facundo Guerra e José Tibiriçá, proprietários dos bares VOLT e Z Carniceria, além do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center" class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><font><font face="Arial" size="3"><span style="font-size: 12px;"><b><font><font><font color="#FFFFFF">Z Carniceria recebe a terceira edição do encontro Viva La Augusta!</font></font></font></b></span></font></font></span></p>
<p><img src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/06/saopaulocarniceria2.jpg" width="148" height="220" alt="saopaulocarniceria2.jpg" style="float:left;" /></p>
<p align="center" class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><font><font face="Arial" size="3"><span style="font-size: 12px;"><font><font><font color="#FFFFFF">Neste domingo, 21 de junho, é realizado o 3º encontro de carros antigos, clássicos, hot rods, low riders, lambretas, choppers, custom bikes e low bikes da Rua Augusta. Promovido por Facundo Guerra e José Tibiriçá, proprietários dos bares VOLT e Z Carniceria, além do Vegas Club, o evento ainda conta com trilha sonora 50’s, 60’s, rocksteady, ska e hip hop old school.</font></font></font></span></font></font></p>
<p class="MsoNormal">
<div style="text-align: justify;">
  <span style="font-family: Arial;"><font color="#FFFFFF">O encontro é gratuito e recebe público variado, entre colecionadores, bikers, músicos, jovens freqüentadores da noite paulistana e até famílias inteiras. Por lá, é possível ver Camaros, Buicks, Harley Davidsons, e outras raridades, sempre apoiados por clubes importantes do universo da “ferrugem”. Será um encontro para celebrar a saudosa Augusta dos 1960.</font></span><font color="#FFFFFF"><br /></font>
</div>
<p class="MsoNormal">
<div style="text-align: justify;">
  <font face="Arial" size="3"><font><font><font color="#FFFFFF"><br /></font></font></font></font>
</div>
<div style="text-align: right;">
  <font><span style="font-family: Arial; font-size: 12px;"><b><font><font><font color="#FFFFFF">Serviço</font></font></font></b></span></font>
</div>
<div style="text-align: right;">
  <font><font face="Arial"><font><font><font color="#FFFFFF"><br /></font></font></font></font></font>
</div>
<div style="text-align: right;">
  <font><span style="font-family: Arial; font-size: 12px;"><font><font><font color="#FFFFFF">Quando: domingo, 21 de junho, das 14h30 às 20h30</font></font></font></span></font>
</div>
<div style="text-align: right;">
  <font><span style="font-family: Arial; font-size: 12px;"><font><font><font color="#FFFFFF">Onde: Rua Augusta: 935 – em frente ao Z Carniceria &#8211; no estacionamento do supermercado &#8220;O Dia&#8221;.</font></font></font></span></font>
</div>
<div style="text-align: right;">
  <font><span style="font-family: Arial; font-size: 12px;"><font><font><font color="#FFFFFF">Quanto: na faixa, é só chegar.</font></font></font></span></font>
</div>
<div style="text-align: right;">
  <font><span style="font-family: Arial; font-size: 12px;"><font><font><span style="font-family: Helvetica;"><font face="Arial"><font><font><font color="#FFFFFF">Quer mais? Liga no 2936-0934 ou</font></font></font></font> <a href="mailto:vivalaaugusta@hotmail.com" title="blocked::mailto:vivalaaugusta@hotmail.com"><font face="Arial"><font><font><font color="#FFFFFF">vivalaaugusta@hotmail.com</font></font></font></font></a></span></font></font></span></font>
</div>
<div style="text-align: right;">
  
</div>
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		<title>Frio&#8230; ótimo: Por que Não?</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 21:45:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias]]></category>
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		<category><![CDATA[frio]]></category>
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		<description><![CDATA[O frio, apesar do que implica já no nome e em um lugar como São Paulo, ainda pode ser uma das &#8216;ferramentas&#8217; sociais das mais curiosas. É fácil notarmos como se arqueiam os corpos e as posturas quando se movimentam por uma esquina e outra, ruas afora. Paradoxalmente, me parece que as pessoas ficam um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img style="float:left; margin-right:10px; margin-bottom:10px;" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/06/city-cold.jpg" alt="city-cold.jpg" width="300" height="183" />O frio, apesar do que implica já no nome e em um lugar como São Paulo, ainda pode ser uma das <span style="font-style: italic;">&#8216;ferramentas&#8217;</span> sociais das mais curiosas. É fácil notarmos como se arqueiam os corpos e as posturas quando se movimentam por uma esquina e outra, ruas afora. Paradoxalmente, me parece que as pessoas ficam um bocado mais simpáticas no frio.</p>
<p style="text-align: justify;">É chegada mais uma vez a época de beber café e chocolate quente pelos coffee-shops e butecos da baixa-Augusta, trocar a cerveja pelo vinho, invadir o espaço de mesas cobertas&#8230; Na noite passada os termómetros diziam o que ninguém acreditaria se não pudesse sentir com os próprios ossos: 7ºC.</p>
<p style="text-align: justify;">Como temperatura, nada demais para essa época do ano, com excepção de que o tempo tem de facto se alterado mais bruscamente nos últimos tempos. Como um fenômeno de impacto no comportamento urbano, é algo de único, de se esperar&#8230; se desejar.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das coisas que me agradou imenso na Augusta desta fria quinta-feira foi a quantidade de vezes em que vi e ouvi as pessoas dizendo &#8220;pois não&#8221;, &#8220;depois de você&#8221; e um festival discreto de abrir de portas e dar-se passagens para o fulano e também o sicrano. Seria isso o frio? Será que sem a possibilidade de nos mexermos tão rápida ou flexivelmente, nos convertemos em pessoas mais&#8230; flexíveis?</p>
<p style="text-align: justify;">Que se lotem os cafés por todo esse frio final de semana que nos espera. Que se aconcheguem os bons modos em detrimento da ausência tão esperada de pressa e pseudo-rapidez.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, o cinza é boa cor e está belo aqui por estas bandas.</p>
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		<title>Nasi e Paulo Ricardo: CrashTV</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 21:51:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[augusta]]></category>
		<category><![CDATA[Noite]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Gravação do programa CRASH TV * Terça feira 26/05/2009 Entrevista e muito Rock&#8217;n'Roll com: Nasi e Paulo Ricardo Entrada na faixa e limitada (somente os 200 primeiros). Abertura 18:30h Outs: Rua Augusta 486 Maiores informações: (11) 2867.6050/3237.4940 ou retorne esse e-mail. Crash Tv, gravação do terceiro e quarto programas. Horário previsto para encerramento das gravações: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br /></strong></p>
<div style="text-align: center;">
  <strong><img src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/06/crash-logo.jpg" width="250" height="222" alt="crash_logo.jpg" /><br /></strong>
</div>
<p><strong>Gravação do programa CRASH TV *</strong> <strong>Terça feira 26/05/2009</strong></p>
<p><strong>Entrevista e muito Rock&#8217;n'Roll com: Nasi e Paulo Ricardo</strong></p>
<p>Entrada na faixa e limitada (somente os 200 primeiros).</p>
<p>Abertura 18:30h</p>
<p align="right"><strong>Outs: Rua Augusta 486</strong></p>
<p align="right"><strong>Maiores informações: (11) 2867.6050/3237.4940 ou retorne esse e-mail.</strong></p>
<p align="right">Crash Tv, gravação do terceiro e quarto programas. Horário previsto para encerramento das gravações: 22:30h</p>
<p align="right"><a href="http://www.clubeouts.com"><strong>www.clubeouts.com</strong></a></p>
<p align="right">
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		<title>Geni</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 21:37:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[augusta]]></category>
		<category><![CDATA[balada]]></category>
		<category><![CDATA[Noite]]></category>

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		<description><![CDATA[Technorati Tags: balada,noite,augusta]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img height="300" src="http://www.geniclub.com.br/newsletters/20090522/01.jpg" width="490" border="0" /></p>
<p><img height="224" src="http://www.geniclub.com.br/newsletters/20090522/02.jpg" width="490" border="0" /></p>
<p><img height="164" src="http://www.geniclub.com.br/newsletters/20090522/03.jpg" width="490" border="0" /></p>
<p><img height="304" src="http://www.geniclub.com.br/newsletters/20090522/05.jpg" width="490" border="0" /></p>
<div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:f06851e3-c057-460d-b5b0-2e21cc9327df" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; float: none; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px">Technorati Tags: <a href="http://technorati.com/tags/balada" rel="tag">balada</a>,<a href="http://technorati.com/tags/noite" rel="tag">noite</a>,<a href="http://technorati.com/tags/augusta" rel="tag">augusta</a></div>
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		<title>Entrevista: O Pedaço do Pedaço</title>
		<link>http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/05/04/entrevista-o-pedaco-do-pedaco/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 May 2009 00:06:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[(Augusta 1463)]]></category>
		<category><![CDATA[augusta]]></category>
		<category><![CDATA[comer]]></category>
		<category><![CDATA[madrugada]]></category>
		<category><![CDATA[pizza]]></category>

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		<description><![CDATA[  Você chegou do trabalho. Correu feito um bom paulista e se calhar nem conseguiu comer alguma coisa boa durante o dia, que provavelmente já se foi. A noitinha (ou então na calada da madrugada), seu estômago ronca junto com a sua fissura por uma coisa que sempre queremos comer em horas assim: pizza. Normalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--:en--> </p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<div>
<div id="attachment_827" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://farm4.static.flickr.com/3379/3502214981_65d958e85f_o.jpg" rel="lightbox[814]" title="pedaco"><img class="size-full wp-image-827  " title="pedaco" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/05/pedaco.jpg" alt="O Pedaço da Pizza | hdr foto: sanpicciarelli © photo" width="550" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">O Pedaço da Pizza | hdr foto: sanpicciarelli © photo</p></div>
</div>
</div>
<p style="text-align: justify;">Você chegou do trabalho. Correu feito um bom paulista e se calhar nem conseguiu comer alguma coisa boa durante o dia, que provavelmente já se foi. A noitinha (ou então na calada da madrugada), seu estômago ronca junto com a sua fissura por uma coisa que sempre queremos comer em horas assim: pizza.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente comemos pizza com mais alguém&#8230; ou isso ou então mastigamos dois ou três pedaços daquele último pedido e jogamos fora todo o resto. Além do mais, só podemos pedir no máximo “meia disso” e “meia daquilo”, sem contar o preço&#8230; Afinal, ninguém vai pedir uma pizza para comer com pessoas que não gosta só para economizar!</p>
<p style="text-align: justify;">Querer matar a fome é algo que pode acontecer em qualquer lugar ou hora, por qualquer razão. Não seria muito ‘massa’ se desse para resolver o problema bem do jeito que a gente quer? Então, provavelmente você não baixou por aqui na Augusta e parou no Pedaço da Pizza&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Essa semana eu conversei com Danilo, massa fina e proprietário da rede, que me contou umas coisas bacanas sobre como os pedaços foram se juntando até o que a gente conhece hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">Há mais de dez anos atrás, havia uma empresa que fabricava as massas para as marcas Frescarini e Danone que acabou se mudando para a Argentina. Após um incêndio, o dono procurava descobrir o que fazer para se recuperar e decidiu voltar para o Brasil, fazendo uma experiência pouco comum para a região do jardins (lugar da primeira loja): vender pizza aos pedaços, numa loja de frente para um poste e no meio de um público que aparentemente acharia que comer pizza com a mão era praticamente um sacrilégio contra Nossa Senhora das Boas Maneiras. Mal sabia ela que quase tudo ia acabar em escarola com anchovas&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Dois anos depois, Danilo compra a loja dos jardins e parte imediatamente para uma outra aposta: montar uma loja apertada, no meio de uma infestação de outros fast-foods, com degrau na porta (nada friendly para cadeirantes), lá no centrão e com o mesmo produto: pizza em fatias. Boom!</p>
<div id="attachment_836" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://farm4.static.flickr.com/3651/3502215611_350fa54346_o.jpg" rel="lightbox[814]" title="pedaco2"><img class="size-medium wp-image-836  " title="pedaco2" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/05/pedaco2-300x225.jpg" alt="O Pedaço da Pizza | hdr foto: sanpicciarelli © photo" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">O Pedaço da Pizza | foto: sanpicciarelli © photography</p></div>
<p style="text-align: justify;">Desde então, as filas do Espaço Unibanco se misturam com a fila para a massa do pré-filme, que vem sempre bem servida de ingredientes tradicionais e também exóticos (como a de três cogumelos e a de shimeji com couve). Segundo Danilo &#8211; e a experiência cativa deste que vos fala &#8211; a pizza “não dobra na mão” mesmo e frescuras do tipo luvinha e garfo são meras distrações da inconveniência. Com um bom punhado de pimenta sêca, azeite extra-virgem e alho assado, as pratas da casa, fechou que a sua ‘fome sem hora’ está com os minutos contados.</p>
<p style="text-align: justify;">A baixa-Augusta pode muito provavelmente ser o único lugar onde podemos dizer com tranquilidade politicamente correta que tudo pode acabar em pizza. Não é por acaso que a tal lojinha recebe uma maioria de pessoas &#8211; de todos os tipos e em todos os horários &#8211; que vão sozinhas ou em pequenos grupos para se esbaldar até com pizza de chocolate com morango ou com banana. Não há larica que aguente&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">O curioso é notar que para os paulistanos a idéia de pizza de balcão é mais velha que pizza de mozzarella. Basta perguntar a qualquer um que já se des-esfomeou com dois ou três pedaços no buteco ou na padaria mais próxima. É claro que muito provavelmente não se pode fazer isso com uma fatia finalizada na hora, com bom preço e ingredientes para todos os gostos lá no seu buteco preferido. E se você chegar de madrugada então, provavelmente vai comer algo que já mereceria uma velinha de aniversário de tão ‘novinha’.</p>
<p style="text-align: justify;">Se lhe incomoda uma muvuquinha apertada e um bom bate-papo na fila de espera (que certamente vai lhe pegar às noitinhas cinematográficas), de certo que você ou não é bom paulista, ou é melhor fazer uma reserva num restaurante com manobrista aqui da região.</p>
<p style="text-align: justify;">Já se você se satisfaz com chão de madeira, mesas harmoniosamente diferentes umas das outras e um playlist de música ambiente de gosto bem bacana, como a pizza, o neon aceso na porta avisa que você pode chegar a qualquer hora do dia ou da noite.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma curiosidade que o Danilo que contou&#8230; de tão à vontade que as pessoas se sentem, cantando alto junto com a música, olhando para os graffitis na parede ou compartilhando as grandes mesas com desconhecidos, vira-e-mexe estava acontecendo de algumas pessoas simplesmente entrarem na cozinha, pegar uma faca e cortar as suas fatias de limão para mergulhar no gargalo da garrafa da cerveja Sol &#8211; loura do tipo mexicana que claro, não pode faltar.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o jovem proprietário da casa, o bem-estar é mais do que bem-vindo, mas pede-se ao bom senso para evitar invadir o reduto do pizzaiolo!</p>
<p style="text-align: justify;">Vai que é massa! Anote:</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Serviço:</strong></p>
<p style="text-align: right;">O Pedaço da Pizza<br />
Rua Augusta, 1463 (Loja Bela Vista)</p>
<p style="text-align: right;">(abre sempre ao meio-dia)<br />
Segundas: fecha às 22hs50<br />
Terças/Quartas: fecha às 04hs00<br />
Quintas/Sexatas: fecha às 05hs00<br />
Domingos/Feriados: fecha às 02hs00</p>
<p style="text-align: right;">Aceita cartões de crédito, débito e redeshop e<br />
No horário comercial aceita Visa-Vale, TR Eletrônico, VR Smart e Sodexho Pass.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>San Picciarelli</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><br />
</strong><!--:--></p>
<!-- PHP 5.x -->]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Entrevista: As boas marcas&#8230;</title>
		<link>http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/04/23/entrevista-as-boas-marcas/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 02:25:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[augusta]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[tattoo]]></category>

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		<description><![CDATA[Deixar marcas é uma das características mais certeiras da Rua Augusta&#8230; É muito provável que em algum momento, algo seja impresso naqueles que passam por ela. Atualmente ciculam em média cerca de 250 mil pessoas mensalmente pela região da baixa-Augusta, quer seja para passear ou só de passagem, para comer ou ser comido, a trabalho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Deixar marcas é uma das características mais certeiras da Rua Augusta&#8230; É muito provável que em algum momento, algo seja impresso naqueles que passam por ela. Atualmente ciculam em média cerca de 250 mil pessoas mensalmente pela região da baixa-Augusta, quer seja para passear ou só de passagem, para comer ou ser comido, a trabalho ou à toa.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje no final da tarde eu tive contato com três caras muito bacanas que, ironicamente, também são especializados em deixar marcas nas pessoas. Estou falando de <strong>Léo, Zeca e Xim</strong>, os artistas tatuadores que estão à frente do <strong>New-Wind Tattoo Studio</strong>. É na curiosamente pacata galeria, bem à frente do espaço Unibanco de cinema, que há oito anos bate firme com os pés no chão um estúdio cheio de moral, atitude positiva e um público justificadamente fiel.</p>
<div id="attachment_702" class="wp-caption alignleft" style="width: 190px"><img class="size-full wp-image-702 " title="3tigre" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/04/3tigre.jpg" alt="Tigre, Quadro da Casa" width="180" height="446" /><p class="wp-caption-text">Tigre, Quadro da Casa</p></div>
<p style="text-align: justify;"><em>“Cara, eu tinha uma lojinha de body piercing ‘falidaça’ na Móoca e precisava urgentemente mudar de ares. Provavelmente ficaremos aqui por mais uns 50 anos&#8230; mas vir para cá foi meio que na cagada mesmo”</em> comenta Léo, que em 2001 começou a rabiscar sua história com muito trabalho junto do amigo Carlos [ex-New Wind, que ficou por estas bandas por uns sete anos e agora está em seu estúdio próprio na região do Jabaquara]</p>
<p style="text-align: justify;">O mais bacana foi descobrir que o New-Wind é praticamente um dos únicos estúdios de tattoo da cidade que trabalha exclusivamente com tatuagem ‘customizada’.<em> “Se a tatuagem é da casa, então é um trabalho obrigatoriamente original e que não será repetido. Podemos até fazer a reprodução de algo que o cliente acaba trazendo para tatuar, mas nosso principal cliente é aquele que busca o estilo que cada um de nós estuda individualmente há anos” </em>comentam os três sobre que tipo de trabalhos orientam o dia-a-dia do estúdio.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você é médico, advogado, plugado, aborrecente, engravatado, maluco, criativo ou então uma senhora de 65 anos que está atualmente terminando de cobrir os dois braços com seu grito aliviado de liberdade e os belos traços desses três locais, relaxa, nem se sinta o tal: o seu tipo já passou por aqui.</p>
<p style="text-align: justify;">O estúdio não faz divulgação na mídia e não participa de ações comerciais ou de publicidade com sua arte. <em>“Abominamos anúncios em revistas e jornais&#8230; rimos pacas disso o tempo todo. Nosso cliente gosta de tatuagem e nem de longe é aquele sujeito que encontra algo para carimbar no corpo numa revista de moda, fofoca, etc&#8230;”</em> agulham Léo e Zeca, sem anestesia. <em>“Se quiséssemos uma lista de espera, tava fácil&#8230;: é só entrar nessa máquina aí. Não temos qualquer interesse nisso”</em> explica Léo ao pontuar sobre a facilidade de ajeitar os seus horários e não deixar nenhum cliente da casa de fora.</p>
<p style="text-align: justify;">Como todo bom estúdio de tattoo deve ser, o New Wind não foge à regra e a acolhida é calorosa e também simples, uma combinação infalível. Há espaço para bons equipamentos e quadros artísticos que abraçam o mural com a temática da tattoo (pintados pelos três) e que só saem dali para se dependurar em raras exposições ou mostras, à convite. O lugar tem cor, ótima vibração e uma atitude positiva, receptiva&#8230; mas sem se esquecer de deixar bem claro que ali não se tatua curiosos ou quem não quer alcançar um vínculo com essa arte sempre muito atual.</p>
<p style="text-align: justify;">Como coisa boa não está jogada por aí, quando passar pelos cinemas do espaço Unibanco dê uma olhadelha lá para cima da galeria e procure pelo letreiro em <em>neon</em> que convida a poucos: “TATTOO”. Se estiver acesso, então tem tinta na agulha, boa informação e gente fina na casa.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong><em><span style="text-decoration: underline;">Léo</span></em></strong> foi fabricado na paz de Pindamonhangaba, mas o seu esboço final encontrou endereço na capital mesmo. É morador da baixa-Augusta e dá aulas de jiu-jitsu ao lado do Vegas Club, quando sobra tempo, e sua carreira é totalmente voltada para a arte e a tatuagem.</li>
<li>Não diferente na dedicação e no estudo, o gaúcho <strong><em><span style="text-decoration: underline;">Zéca</span></em></strong> acaba de tirar a carteirinha de papai. De fala amigável, só dá para saber que ele veio do Sul se ele contar mesmo.</li>
<li>Aliás, nem mesmo o concentrado <strong><em><span style="text-decoration: underline;">Xim</span></em></strong>, boa-praça original de alguma praça lá de Juiz de Fora, tampouco tem cara de mineiro. De tão unidos e dedicados que são, fazem escola até entre si. Xim está esperando para começar a pintar as paredes do quarto de casa &#8211; vai ser &#8216;pappá&#8217; também. Agora, só falta o Léo&#8230;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Bem gravados na vibração da Augusta de longa data, vindo de todo o canto, e com uma puta cara de paulista.</p>
<p style="text-align: right;">Anote aí, o Serviço é o seguinte:</p>
<p style="text-align: right;"><strong>New Wind Studio</strong></p>
<p style="text-align: right;"><em>Léo, Zeca e Xim</em></p>
<p style="text-align: right;">1492, Rua Augusta &#8211; sala 23</p>
<p style="text-align: right;">www.fotolog.com/new_wind</p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: center;"><strong>Confira fotos da entrevista:</strong></p>

<a href='http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/04/23/entrevista-as-boas-marcas/3tigre/' title='3tigre'><img width="150" height="150" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/04/3tigre-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Tigre, Quadro da Casa" title="3tigre" /></a>
<a href='http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/04/23/entrevista-as-boas-marcas/1front/' title='1front'><img width="150" height="150" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/04/1front-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="New-Wind Tattoo" title="1front" /></a>
<a href='http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/04/23/entrevista-as-boas-marcas/2ambiente/' title='2ambiente'><img width="150" height="150" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/04/2ambiente-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ambiente" title="2ambiente" /></a>
<a href='http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/04/23/entrevista-as-boas-marcas/4wall/' title='4wall'><img width="150" height="150" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/04/4wall-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Wall" title="4wall" /></a>
<a href='http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/04/23/entrevista-as-boas-marcas/5leo/' title='5leo'><img width="150" height="150" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/04/5leo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Léo" title="5leo" /></a>
<a href='http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/04/23/entrevista-as-boas-marcas/6xim/' title='6xim'><img width="150" height="150" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/04/6xim-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Xim" title="6xim" /></a>
<a href='http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/04/23/entrevista-as-boas-marcas/7zeca/' title='7zeca'><img width="150" height="150" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/04/7zeca-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Zéca" title="7zeca" /></a>

<p style="text-align: right;"><strong>San Picciarelli</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><br />
</strong></p>
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		<title>Augusta Ilustrada</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 22:32:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Achadas e Perdidas]]></category>
		<category><![CDATA[augusta]]></category>
		<category><![CDATA[ilustração]]></category>
		<category><![CDATA[personagens]]></category>

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		<description><![CDATA[  Acabei esbarrando em mais uma personalidade curiosa da região. Eric tem 38 anos e é ilustrador, músico e morador da baixa-augusta. Eric, que tem um espaço no MySpace para poemas e também é blogueiro de assuntos &#8216;shamânicos e de energias&#8217;, encontrou inspiração em sua própria vizinhança para focar uma parte bem bacana do seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--:en--> </p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" title="Eric Gomes" src="http://4.bp.blogspot.com/_VhAZ3ELyOCg/Sb1QaDFsmtI/AAAAAAAAAfE/sDzoSbr3QJU/S220/ergom.jpg" alt="" width="104" height="132" />Acabei esbarrando em mais uma personalidade curiosa da região. Eric tem 38 anos e é ilustrador, músico e morador da baixa-augusta.</p>
<p style="text-align: justify;">Eric, que tem um espaço no MySpace para poemas e também é blogueiro de assuntos &#8216;shamânicos e de energias&#8217;, encontrou inspiração em sua própria vizinhança para focar uma parte bem bacana do seu trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele procura registrar o cotidiano da Augusta através ilustrações interessantes sobre os seus personagens. </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ENTREVISTA:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Central, San Picciarelli: </strong></span><span style="text-decoration: underline;"><strong>Há quanto tempo você mora na Augusta Eric? </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Eric Gomes: </em><em><span style="font-weight: normal;">Ci</span></em></strong><em>nco anos</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">C: Como você classificaria esse teu trabalho de ilustração?</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>EG: </em></strong><em>A idéia é perpetuar em desenho, cenas deste dia a dia tão cosmopolita</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">C: Como você enxerga o que acontece por aqui&#8230;? Qual é o teu olhar?</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>EG: </em></strong><em>Eu adoro tudo o que acontece por aqui. Vim para cá porque gosto da diversidade, da bagunça, do barulho dos carros, da efervescência, do ninguém dorme, da cidade que nunca pára&#8230;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">C: Quais são os problemas locais?</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>EG: </em></strong><em>Não vejo muitos problemas. O maior são os bares que não têm isolamento acústico, mas isto vem sendo resolvido. De resto, trânsito, nível de violência, etc., acho que até que são baixos perto de outros lugares da cidade. Sou baladeiro e gosto da agitação noturna desta região desde o tempo do Cais e da Der Temple, do Cine Elétrico, etc. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">C: E o que é mais bacana por aqui?</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>EG: </em></strong><em>Mais bacana é a proximidade com os melhores cinemas da cidade e o fato de podermos ir de bicicleta para o centro e para a paulista, bem rápido.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">C: O que é arte na Augusta?</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>EG: </em></strong><em>A diversidade de públicos e músicos que se apresentam, os graffittis, os mini lambe-lambes. Este bairro é a maior galeria de arte a céu aberto da cidade.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">C: Estar aqui é&#8230;?</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>EG: </em></strong><em>Ser livre para vestir, pensar e se expressar. Aqui as pessoas são julgadas sobre um outro ponto de vista e não por um cabelo, uma tattoo ou qualquer tipo de alteração corporal. Além do ambiente mais fashion, fora do mundo fashion&#8230; </em></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo, segue uma seleção de quatro de seus trabalhos&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><object width="400" height="300" data="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" type="application/x-shockwave-flash"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=pt-br&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcentraldaaugusta%2Fsets%2F72157617440510319%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcentraldaaugusta%2Fsets%2F72157617440510319%2F&amp;set_id=72157617440510319&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify;">O Eric publica uma ilustração a cada quinze dias no seu blog recentemente criado:</p>
<p style="text-align: justify;">Cenas da Rua Augusta: (<em><a href="http://baixoaugusta.blogspot.com/">http://baixoaugusta.blogspot.com/)</a></em></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>San Picciarelli</strong></em></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>     </strong></em></p>
<p><!--:--></p>
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		<title>Cinema: Sinédoque, Nova York</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Apr 2009 00:41:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[augusta]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[estréia]]></category>

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		<description><![CDATA[Estréia nessa sexta-feira o filme &#8220;Sinédoque, Nova York&#8221;, dirigido por Charlie Kaufman. A trama pode ser resumida em poucas palavras, mas que não darão a dimensão do filme. Após a mulher levar a filha para uma viagem sem expectativa de volta, o diretor de teatro Caden Cotard (Philip Seymour Hoffman, &#8230; um dos melhores atores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Estréia nessa sexta-feira o filme &#8220;Sinédoque, Nova York&#8221;, dirigido por Charlie Kaufman. A trama pode ser resumida em poucas palavras, mas que não darão a dimensão do filme. Após a mulher levar a filha para uma viagem sem expectativa de volta, o diretor de teatro Caden Cotard (Philip Seymour Hoffman, &#8230; um dos melhores atores dos dias de hoje) recebe a incumbência de escrever sua primeira peça.</p>
<div id="attachment_623" class="wp-caption alignleft" style="width: 280px"><img class="size-full wp-image-623" title="sinedoque.jpg" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/04/sinedoque.jpg" alt="Sinédoque, Nova York (foto: Divulgação)" width="270" height="169" /><p class="wp-caption-text">Sinédoque, Nova York (foto: Divulgação)</p></div>
<p style="text-align: justify;">Em crise profunda e querendo criar algo real, Cotard, uma espécie de alter-ego de Kaufman, propõe refazer o seu mundo no palco – em cada detalhe –, para poder se observar, tentar se entender e compreender todos à sua volta. Assim, vemos uma cena que se passa na vida “real” se repetir exatamente igual na peça, dentro de um cenário que é a cópia milimétrica da original fora dos palcos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a história não é óbvia assim, nem segue uma cronologia como estamos acostumados. Se no início é uma comédia nervosa de erros, em que as tais figuras de linguagem são mais claras, como a hipocondria do protagonista aparecendo literalmente na sua pele, do meio para o fim, o longa fica amargo, triste, introspectivo, e cada vez mais enigmático. Não que seja impossível entendê-lo, mas é clara a vontade de Kaufman se ater mais às sensações que aos detalhes.</p>
<p style="text-align: justify;">Com “Sinédoque”, o agora também diretor faz uma investigação sobre quem ele é e qual é o seu papel no mundo. Cotard cria um duplo para si mesmo – recurso que já tinha sido utilizado pelo próprio Kaufman em “Adaptação” –, observa o seu personagem tomando rumos que ele não seguiu e faz ressalvas quanto aos desenlaces. É um homem perdido, sozinho, que não sabe quais são suas motivações. Só fica satisfeito quando, apesar de ter a possibilidade de criar um mundo inteiro na ribalta – ou nas telonas – não precisa decidir o seu destino. Está cansado, confuso e quer apenas obedecer a um diretor que sopre suas falas pelo ponto eletrônico.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas mãos de outro diretor, seria um filme histórico, como aliás são os seus “Brilho eterno&#8230;” e o menos conhecido “A natureza quase humana”, ambos dirigidos pelo francês Michel Gondry. Nas de Kaufman, se torna um filme repetitivo. Mudando a figura de linguagem de sinédoque para pleonasmo vicioso.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-size: 11px;">fonte: G1</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-style: italic;"><span style="font-size: 11px;">Direção: Charlie Kaufman</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify; font-size: 11px;"><strong>Frei Caneca Unibanco Arteplex &#8211; <span style="font-weight: normal;">R. Frei Caneca, 569, 3º piso &#8211; Consolação &#8211; Centro. Telefone: 3472-2365. Ingresso: R$ 13 a R$ 18. Desc. 50% para correntistas do Itaú e Unibanco. sexta a quinta: 14h10, 16h40, 19h10 e 21h40. sábado: também às 24h. Tem som digital. Aceita cheques. Tem ar condicionado. Tem acesso para deficiente. 125 lugares.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify; font-size: 11px;"><strong>HSBC Belas Artes &#8211; <span style="font-weight: normal;">R. da Consolação, 2.423 &#8211; Consolação &#8211; Centro. Telefone: 3258-4092. Aceita os cartões Diners, MasterCard, Visa. Ingresso: R$ 8 e R$ 16. sexta a quinta: 14h, 16h30, 19h e 21h30. Não tem som digital. Não aceita cheques. Tem ar condicionado. Tem acesso para deficiente. 293 lugares.</span></strong></p>
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		<title>Ergue-se&#8230;</title>
		<link>http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/04/08/ergue-se/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 02:16:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[augusta]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Noite]]></category>

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		<description><![CDATA[Pouco mais que a sexta badalada e o dia de Maria Augusta inclina suas p&#225;lpebras para baixo, roubando o amarelo ultravioleta reflectido janelas e portarias abaixo. Seus produtos parecem esgotados. Pois parecem. E sob o efeito do caminhar de tantas subidas em descidas, desde o nascer da manh&#227; feita em breve mem&#243;ria, at&#233; o ponto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pouco mais que a sexta badalada e o dia de Maria Augusta inclina suas p&aacute;lpebras para baixo, roubando o amarelo ultravioleta reflectido janelas e portarias abaixo. Seus produtos parecem esgotados. Pois parecem. E sob o efeito do caminhar de tantas subidas em descidas, desde o nascer da manh&atilde; feita em breve mem&oacute;ria, at&eacute; o ponto mais baixo de toda a sua impaci&ecirc;ncia, inicia-se um conhecido ritual de encerramento.</p>
<p>Reconhecendo-se na trama de um instante da tarde, noutro da noite, praticamente tudo de si fora vendido, observado, transferido ou cobi&ccedil;ado por entre as rugas de suas travessas. E de l&aacute; de cima, acomodados na geometria de suas constru&ccedil;&otilde;es, prop&oacute;sitos il&oacute;gicos de todos os cantos da cidade executaram-se dentro de suas pr&oacute;prias buscas. As recep&ccedil;&otilde;es come&ccedil;am a se despedir ao inv&eacute;s de receber. O dia sai e a ordem, como na sua normalidade, n&atilde;o mais h&aacute;. </p>
<p>O ch&aacute; sorvido pela senhora ao lado, caminha em seu ventre em direc&ccedil;&atilde;o ao supermercado. A lata de spray colorido agita-se dentro da mochila d&rsquo;outro moicano urbano, jovem na nobreza de seu sangue desconhecido, mas antigo na repeti&ccedil;&atilde;o de suas inten&ccedil;&otilde;es. A l&aacute;grima dos muros escorre para dentro das bocas-de-lobo, lavando as cal&ccedil;adas para os r&aacute;pidos p&eacute;s encoura&ccedil;ados que se encaminham de volta, e aqueles outros desnudos que buscam se desencaminhar esta noite, sem volta.  </p>
<p>Hoje cedo os bares serviam o caf&eacute; feito na combust&atilde;o mais satisfat&oacute;ria para todas as urg&ecirc;ncias do dia que se seguiria. J&aacute; agora os caf&eacute;s aquecem os maquinistas e suas locomotivas com &aacute;lcool e petiscos, a lenha et&iacute;lica perfeita para uma reuni&atilde;o de fogueiras e inc&ocirc;modos suspiciosos. As cal&ccedil;adas cedem-se de todas as suas fren&eacute;ticas passadas e acomodam cadeiras sujas para as bundas nem t&atilde;o mais sujas assim. O som &eacute; o de vidro barato, pleno em celebra&ccedil;&otilde;es liquefeitas. Muda a temperatura&#8230;</p>
<p>O suor fermenta junto a um copo fino de al&iacute;vio e que misturado &agrave; levedura de suas salivas, escorre para dentro do esp&iacute;rito com mais uma nota sobre os ru&iacute;dos que se encerram ao seu redor. Torna-se imediatamente menos imposs&iacute;vel se esbarrar com o acaso e com os amigos, que na inevitabilidade de se esborracharem entre si, abra&ccedil;am-se em pequenos encontros l&iacute;quidos, imprevis&iacute;veis e deliciosamente acolhedores. </p>
<p>A veia cinza da cidade pulsa duas verves mais forte como &eacute; seu costume para o hor&aacute;rio e as cores fosforescentes das imposs&iacute;veis ofertas ribombam junto com a maior parte das expectativas. A promessa do &lsquo;ave-marias&rsquo; citadino se acimenta nas unhas pintadas e nas comandas gotejadas pelo perspirar das garrafas. O esqu&aacute;lido congelante dos refrigeradores abaixo dos balc&otilde;es une-se milagrosamente ao calor e ao abra&ccedil;o de goladas bem-vindas para a noite. </p>
<p>A intemp&eacute;rie do concreto confuso em sua temperatura, encerra-se nas linhas noturnas que v&atilde;o acomodando novas sortes. O conhecido perfume feminino das repetidas possibilidades ajuda a inebriar aquilo que j&aacute; &eacute; anest&eacute;sico em sua mais c&acirc;ndida ess&ecirc;ncia e os amigos misturam-se aos inimigos, e ningu&eacute;m mais se reconhece. Entretanto, irresponsavelmente, tudo est&aacute; conectado.</p>
<p>Exactamente no momento em que dona Maria Augusta d&aacute; a boa-acolhida aos seus desencontrados, que &agrave; procura de se des-anestesiarem, encerram o ciclo do Sol do dia sob o sal de sua acidez, e traspassam portal da noite adentro rumo ao seu seio morno, quase sujo, cheio de marcas e ausente de quaisquer julgamentos.</p>
<p>Aqui a noite n&atilde;o cai, mas sim ergue-se&#8230;</p>
<p>San Picciarelli</p>
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		<title>&#8220;RUA AUGUSTA&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 00:14:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[augusta]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Para Ler!]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabei esbarrando neste livro recentemente e o momento não poderia ser mais oportuno que agora para mencioná-lo aqui na Central. Trata-se de uma obra com ótimo ritmo, um acento mais histórico do que poético, mas é certo que um certo lirismo despretensioso não deve escapar dos mais atentos. Após ler este livro, bastante ligeiro e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="alignleft" title="Rua Augusta, de Cleber Ragazzo" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img7/729787.jpg" alt="" width="144" height="180" /></p>
<p style="text-align: left;">Acabei esbarrando neste livro recentemente e o momento não poderia ser mais oportuno que agora para mencioná-lo aqui na Central. Trata-se de uma obra com ótimo ritmo, um acento mais histórico do que poético, mas é certo que um certo lirismo despretensioso não deve escapar dos mais atentos. Após ler este livro, bastante ligeiro e acessível, tive a compreensão de que se você gosta da Augusta, ainda tem por definir &#8220;de qual&#8221; Augusta você gosta. Eu moro no bairro a anos, e gostava daquilo que via, que vivia, que sentia, que usava.</p>
<p style="text-align: left;">Misteriosa e mutante, a Augusta se tranveste em algo diferente a cada dia que você passa por ela. Isso vai convertendo aos poucos a memória em deslumbramento e apesar dela sempre deixar marcas, de tanto mutar, vai apagando importantes registros.</p>
<p>O &#8220;Rua Augusta&#8221; pode oferecer a você uma visão diferente sobre a rua que todos freqüentamos e gostamos. Pode conduzir a sua curiosidade à diversas questões sobre como ela saiu de onde saiu, e sobre como veio para onde veio. Quanto a gostar ou compreender com maior profundidade os elementos que constituem esta metamorfose, isso não parece ser colocado em questão por Ragazzo. É um texto que &#8220;aponta&#8221; onde e quando, envolvendo o olhar do agora num convite ao olhar de antes, e quase que totalmente devoto à sua significação e presença. Até pela semelhança etno-fonética com seu próprio nome, eu diria que o olhar do autor não deixa de ser o de um &#8220;menino&#8221; com bom conhecimento de causa&#8230; Dá até uma certa dorzinha de ter apenas 34 anos e não ter estado presente em certos momentos dos 50, 60&#8230;</p>
<p>E para quem não sabe (eu também não sabia) essa importante personagem da cidade já foi conhecida como &#8220;Rua Maria Augusta&#8221; &#8211; pronto, tá explicado&#8230; &#8211; e a dona Maria tem os seus primeiros registros espalhados por meados de 1875, onde se cicatrizaria como o reduto mais underground do país e atravessaria os anos 50, 60 e 70 influenciando tudo e todos, dentro e fora do país, nascida cheia de luz a partir de uma costela do antigo Clube Paulistano.</p>
<p>Recomendo a companhia da Dona Maria Augusta, que mesmo cortada pelo cartão postal en-novecido da cidade (a Avenida Paulista), ainda corta a mão dos mais desavisados e encanta até os mais descolados com todas as suas 18 travessas de rugas e seus 3008 metros de veia e verve.</p>
<p style="text-align: left;">Livro: Rua Augusta - Autor: Ragazzo, Cleber</p>
<p style="text-align: left;">ISBN: 8589535762<br />
Edição: 1ª<br />
Ano: 2005<br />
Páginas: 180</p>
<p style="text-align: right;"><strong>San Picciarelli</strong> - <span><em>Editor da Central</em></span></p>
<!-- PHP 5.x -->]]></content:encoded>
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		<title>São Paulista, Santa Augusta</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 20:26:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[augusta]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[  Mesmo que não haja motivos suficientes para que as crenças tomem agora o lugar das razões, ainda assim, subjaz uma cínica e acinzentada sensação de paz, de arredor, entre os largos e vácuos cômodos da cidade. Basta que caminhemos desarmados de nossas inquietudes, pelas venosas ruas e avenidas dispostas na imensidão da divisão e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="line-height: 150%; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: center;"> </p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 464px"><a href="http://www.jessicatrotter.com/"><img class="  " title="City Hands" src="http://www.jessicatrotter.com/html/images/print/creations/cityHands.jpg" alt="source: Jessica Trotter Photography" width="454" height="302" /></a><p class="wp-caption-text">Jessica Trotter Photography</p></div>
<p style="text-align: left;">Mesmo que não haja motivos suficientes para que as crenças tomem agora o lugar das razões, ainda assim, subjaz uma cínica e acinzentada sensação de paz, de arredor, entre os largos e vácuos cômodos da cidade. Basta que caminhemos desarmados de nossas inquietudes, pelas venosas ruas e avenidas dispostas na imensidão da divisão e dos caminhos, para que caiamos voluntariamente no mínimo geo-métrico de nossos próprios descaminhos.</p>
<p style="line-height: 150%; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: left;">A nascente líquida e férrida de linhas e contornos, feita os trilhos de uma locomotiva a todo o vapor, com perca umidade relativa e rasa liquidez sensorial, simplesmente, nos descarrila. Não daquele que vê a via, dentro de nós mesmos, auto-absorvido pelo ódio ocioso da nossa intemperança. Mas daquele que via o caminho, do lado de dentro do outro, que nos cerca daquele modo tão não-intencional, sobremaneira inocente e ainda assim, emocionalmente carnívoro.</p>
<p style="line-height: 150%; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: left;">Há luz por entre as frestas, há o café quente e o rebuscado carbônico dos escapamentos. Não há escapatória. Há muitas válvulas, de escape, que escapam&#8230; Mas a ordem, não há.</p>
<p style="line-height: 150%; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: left;">As esquinas não mais guardam a poesia dos tempos e os seus cantos escuros, cada vez mais escuros, já não mais dependem da espreita ou da escapada da sorte para atrair a captura dos vitimados e dos voláteis. A sua acolhida nem sequer se ruboriza e o seu convidatorismo não é menor que o seu descaramento. E dali, do meio da sua cara suja brotam os germinais mais pueris, das suas entranhas, brutalmente preparados para tudo, totalmente despreparados para nós. Poderiam ser os nossos filhos&#8230;</p>
<p style="line-height: 150%; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: left;">E de nem sequer conhecimento, sequer percepção, horrorizamo-nos copiosamente, quase que disciplinarmente, para que assim não nos envolvamos.</p>
<p style="line-height: 150%; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: left;">É melhor por esta via&#8230;</p>
<p style="line-height: 150%; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: left;">É mais segura essa sorte&#8230;</p>
<p style="line-height: 150%; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: left;">A vergonha e a anestesia moral.</p>
<p style="line-height: 150%; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: left;">Eu e</p>
<p style="line-height: 150%; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: left;">As vias.</p>
<p style="line-height: 150%; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: left;"> </p>
<p style="line-height: 150%; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: left;"> </p>
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