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	<title>Central da Augusta &#187; bairro</title>
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		<title>Central Entrevista: SAMORCC</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 22:07:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[augusta]]></category>
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		<description><![CDATA[Para muitos, a baixa-Augusta é um lugar por onde passam milhares de pessoas todos os dias para trabalhar, mais outros milhares todas as tardes e noites para se divertir. Bem mais além disso, existem outras pessoas que dependem ainda mais do seu bom funcionamento e manutenção: seus moradores. Envolvendo todas as camadas e tipos para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="clear: both; text-align: center;">
<p style="clear: both">
<p style="clear: both"><a class="image-link" href="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/09/baixaaugusta-thumb.jpg" rel="lightbox[1419]" title="Central Entrevista: SAMORCC"><img class="linked-to-original alignleft" style=" display: inline; float: left; margin: 0 10px 10px 0;" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/09/baixaaugusta-thumb.jpg" alt="" width="300" height="188" align="left" /></a></p>
<div style="text-align: justify;">Para muitos, a baixa-Augusta é um lugar por onde passam milhares de pessoas todos os dias para trabalhar, mais outros milhares todas as tardes e noites para se divertir. Bem mais além disso, existem outras pessoas que dependem ainda mais do seu bom funcionamento e manutenção: seus moradores. Envolvendo todas as camadas e tipos para todos os gostos, o memso perfil cotidiano do trecho também serve para desvendar o tipo de pessoas que mora por aqui.<span id="more-1419"></span></div>
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;">Não diferente de qualquer outro bairro ou região da cidade, a Augusta também precisa de um olhar organizacional e de frente para ir se aprimorando e crescer conforme a sua vocação urbana. Na busca constante pelo resgate de seus valores e por estabelecer as suas melhores práticas, todo mundo que faz alguma coisa além de trabalhar ou se divertir por aqui busca mostrar o braço e arregaçar as suas mangas.</div>
<p style="text-align: justify;">Dentre muitos que sempre destacamos aqui na Central, hoje vamos entrevistar a Célia Marcondes, diretora da Sociedade de Amigos, Moradores e Empresários do Bairro de Cerqueira César.</p>
<p style="clear: both">
<p style="clear: both; text-align: center;"><strong>A CENTRAL ENTREVISTA CELIA MARCONDES, DIRETORA DA SAMORCC</strong></p>
<p style="clear: both"><a class="image-link" href="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/09/samorcc-full.jpg" rel="lightbox[1419]" title="Central Entrevista: SAMORCC"><img class="linked-to-original" style=" text-align: center; display: block; margin: 0 auto 10px;" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/09/samorcc-thumb.jpg" alt="" width="200" height="86" /></a></p>
<div style="text-align: justify;"><strong>Central da Augusta, San Picciarelli: Oi Célia, explique para os nossos leitores o que é a SAMORCC?</strong></div>
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;"><em>SAMORCC, Célia: Oi San, a SAMORCC é uma entidade sem fins lucrativos, que congrega moradores e empreendedores da região de Cerqueira César (Jardins e Consolação). Ela tem por finalidade ser um canal de comunicação entre os anseios da comunidade e o Poder Público Municipal, Estadual e Federal. Busca o diagnóstico dos problemas e indica soluções nas áreas de urbanismo, meio ambiente, social, etc.</em></div>
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;"><strong>Central: Como ela nasceu e qual o caminho que percorreu até hoje?</strong></div>
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;"><em>Célia: A Entidade nasceu em 2.001, representando apenas a região do lado Jardins, com o objetivo de requalificar a região, à época muito degradada e absolutamente abandonada pela administração pública da época, que alegava estar priorizando apenas a periferia. Há 03 anos ampliamos nossa area de atuação, a pedido de moradores da Consolação. Com o auxílio dos moradores da região, já pudemos fazer muito para a região, como plantio de árvores, calçadas da Augusta, etc.</em></div>
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;"><strong>Central: De todas as dificuldades da região, qual você destacaria como a maior?</strong></div>
<p style="text-align: justify;"><em>Célia: Sensibilizar e convencer a administração pública.</em></p>
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;"><strong>Central: Específicamente na baixa-Augusta, o que você vê a curto-prazo? Qual é o nosso futuro na tua visão?</strong></div>
<p style="text-align: justify;"><em>Célia: A degradação foi acentuando ao longo dos anos. Ela não ocorreu de um dia para o outro. Assim, não será de um dia para o outro que resolveremos a situação. Há na região um evidente abandono dos imóveis por parte dos proprietários, causando desvalorização dos imóveis. Há, ainda, o abandono por parte do poder público e tudo isto ocorreu pela imigração dos interesses econômicos para outros pontos da cidade.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>A curto prazo estamos tentando fazer algo simples, rápido e eficiente. Plantamos, com recurso de TAC, 178 mudas de árvores, elevando a rua ao status de alameda. Pretendemos melhorar a iluminação pública, a que tem é insuficiente. Devemos, ainda, melhorar a limpeza pública. A coleta de lixo é ineficiente. O horário de coleta não atende a necessidade, precisando ser feita mais que uma vez, assim como a varrição, que deixa a desejar. Ressaltamos que o que degrada a rua não são as atividades alí desenvolvidas, mas o abandono da administração. Anseamos por um futuro melhor para todos. Segurança e bem estar para quem mora, trabalha ou frequenta a rua.</em></p>
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;"><strong>Central: Já estive em uma das reuniões&#8230; Qualquer pessoa pode participar?</strong></div>
<p style="text-align: justify;"><em>Célia: Sem dúvida, todos são muito bem-vindos.</em></p>
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;"><strong>Central: E qual é a pauta com os assuntos atuais e decisões mais importantes Célia?</strong></div>
<p style="text-align: justify;"><em>Célia: Rua Augusta, requalificação e administração. Parque augusta. A luta continua. Tivemos a DECLARAÇÃO DE UTILIDADE PÚBLICA feita pela Municipalidade á vésperas das eleições municipais mas há ameaça de aprovação por parte do Poder Público, da construção de condomínios na área. A especulação imobiliária é impiedosa e neste caso luta contra a preservação ambiental e CONTRA O ANSEIO E DIREITO DA COMUNIDADE de ter um parque, um meio ambiente mais equilibrado!</em></p>
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;"><strong>Central: Precisando entrar em contato, como as pessoas devem fazer para falar com a SAMORCC?</strong></div>
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;"><em>Célia: www.samorcc.org.br ou pelo telefone 3262.4767</em></div>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="clear: both; text-align: center;"><strong>Queima-Língua: </strong></p>
<p style="clear: both"><strong>1) São Paulo?</strong></p>
<p style="clear: both"><em>Meu ambiente.</em></p>
<p style="clear: both"><strong>2) Augusta de dia?</strong></p>
<p style="clear: both"><em>Trabalho / empreendorismo!</em></p>
<p style="clear: both"><strong>3) Baixa-Augusta à noite?</strong></p>
<p style="clear: both"><em>Vida/ diversão</em></p>
<p style="clear: both"><strong>4) Vizinhos?</strong></p>
<p style="clear: both"><em>O próximo.</em></p>
<p style="clear: both"><strong>5) Samorcc é&#8230;?</strong></p>
<p style="clear: both"><em>Ambiente equilibrado!</em></p>
<p style="clear: both; text-align: right;">Muito obrigado pela entrevista Célia.</p>
<p style="clear: both">
<p style="clear: both; text-align: right;"><strong>San Picciarell</strong><strong>i</strong></p>
<p style="clear: both">
<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
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		<title>Jornal-esmo&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 00:20:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[augusta]]></category>
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		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[problema]]></category>

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		<description><![CDATA[Independente de quantos jornais, revistas e canais de TV nós assistimos todos os dias, o broadcasting dos &#8220;fatos&#8221; mudou completamente de meios e formatos. Diariamente, vemos a prova de que o próprio cotidiano dos grandes aglomerados e a fusão dos veículos mais sociais de comunicação eletrônica/digital assumem a frente da informação. Ao invés de esperarmos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Independente de quantos jornais, revistas e canais de TV nós assistimos todos os dias, o broadcasting dos &#8220;fatos&#8221; mudou completamente de meios e formatos. Diariamente, vemos a prova de que o próprio cotidiano dos grandes aglomerados e a fusão dos veículos mais sociais de comunicação eletrônica/digital assumem a frente da informação.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao invés de esperarmos que um editor decida em sua sala o que deve ou não ser impresso e distribuído, antes (muito antes) a informação já correu muitas redes de pessoas, já foi verificada e até mesmo inventada.</p>
<p style="text-align: justify; background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-position: initial initial;"><img class="size-medium wp-image-1053" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/07/zebra-300x195.png" height="195" align="left" width="300" style=" display: inline; float: left; margin: 0 10px 10px 0;" />Na semana em que, de facto, morreu Michael Jackson, várias outras celebridades &#8220;seriam&#8221; também assassinadas pelo novo jornalismo livre. E isso não é privilégio apenas do mais desinformados ou mal-intencionados. Sites grandes como a próprio UOL repassou a notícia de que a cantora pop juvenil Lady Gaga teria cometido suicídio ao saber que um de seus ídolos havia morrido. Aliás, enviei pessoalmente uma comunicação de errata à UOL notificando da não-verificação desta notícia até aquele momento. Algo que infelizmente não produziu qualquer resposta. O fato é que a notícia foi ao ar.</p>
<p style="text-align: justify;">Tanto foi que, excentricidades dos tempos modernos à parte, penso que o tema merece um pouco mais de atenção que roupas pretas, panelas apanhando de jovens com seus narizes pintados de vermelho aqui na cabeça da baixa-Augusta. Com o povo ligado à tudo (muitas vezes, também à nada) através de seus celulares e smartphones, não demorou muito e pude ver umas meninas lamentando &#8211; e repassando &#8211; a tal notícia de que aquela artista havia cometido suicídio diante da morte de Michael Jackson. Assim mesmo, enquanto mordia uma fatia de pizza de balcão e escrutinava a tela de seu celular&#8230; &#8220;Gente, a Lady Gaga se matou&#8230;&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Desconfortavelmente, por exemplo, tem crescido o número assaltos e furtos de celular na região da Paulista e da Augusta. Na maioria das vezes basta apenas estar andando próximo ao meio-fio e falando ao celular ao mesmo tempo para ser alvo fácil da molecada de bicicleta &#8211; ou a pé mesmo &#8211; para dizer adeus ao seu aparelho favorito.</p>
<p style="text-align: justify;">Há algumas noites atrás, na semana passada, estava revendo textos tarde da noite quando ouvi quatro estampidos. Imediatamente, peguei a câmera e desci para a portaria do prédio. Cruzando ruas e procurando falar com quem por lá estava (já passava das 01hs00 da madrugada&#8230;), depois de filtrar a coisa toda, o resumo deu no seguinte: um suposto policial à paisana deu dois tiros para o alto e mais dois na direção de um sujeito suspeito que aparentemente não teve êxito em mais uma tentativa de assalto. Ninguém quer falar, ninguém quer aparecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro, especialmente se você está transitando pela rua a essa hora&#8230; o anonimato pode ser um cobertor quente, ao mesmo tempo que pode ser uma boa ducha de água fria.</p>
<p style="clear: both"><img class="size-thumbnail wp-image-1059" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/07/news-150x150-thumb.jpg" height="150" align="left" width="150" style=" display: inline; float: left; margin: 0 10px 10px 0;" />
<div style="text-align: justify;">No dia seguinte pouco se comenta, exceto o &#8220;&#8230; isso já está ficando normal por aqui&#8221;, o que não passa de algo no mínimo inaceitável, tanto para quem trabalha e passa pela região todo os dias, como também (especialmente) para quem mora por aqui.</div>
</p>
<p style="text-align: justify;">Mais uma dessas é o &#8216;assunto&#8217; entre os moradores da região a respeito de um certo time de malandros que andava roubando os cabos de tv à cabo e de internet, vejam só, instalados sob as calçadas do bairro, em longos corredores subterrâneos que percorrem grandes distâncias abaixo do solo.</p>
<p style="text-align: justify;">A coisa de uns dois meses atrás, algum morador do bairro fez uma denúncia e a polícia apareceu. Sim, apareceu mas não porque os tais cabos e fios estavam sendo subtraidos debaixo da terra, mas sim porque corria a informação de que duas moradoras do bairro, uma senhora e uma moça mais jovem, haviam sido violentadas e mortas e estavam dentro dos tais túneis subterrâneos.</p>
<p style="text-align: justify;">Conversando com oficiais da polícia científica e da polícia militar na ocasião, pude constatar que haviam de facto evidências do tal roubo como ele havia sido inicialmente descrito. Eles fotografaram tênis, cobertores e outras traquitanas lá por baixo, dando conta de que havia mesmo pessoas transitando por ali. Felizmente, não foram encontradas as tais mulheres &#8211; que aos montes já ocupavam o assunto de diversas portarias e prédios da região. A polícia veio. Sim, fato. Isolou a área por um curto período, fotografou, partiu. Mas por que razão? Pelo tal roubo real ? Pelas tais mulheres fabricadas? Por ambos?</p>
<p style="clear: both"><img title="noticia" class="size-medium wp-image-1060" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/07/noticia-300x222.jpg" height="222" align="right" alt="fonte: WorldWideWeb" width="300" style=" display: inline; float: right; margin: 0 0 10px 10px;" />
<div style="text-align: justify;">Outro fato é que nada disso virou &#8216;notícia&#8217; nos meios de comunicação mais usuais. Lembro-me de ouvir uma repórter que, de dentro de sua unidade móvel com adesivos da RedeTV perguntou se era mesmo o caso das mulheres ou apenas de um roubo. Ao saber que felizmente não se encontrou nenhum corpo, e sem fazer qualquer anotação (claro, isso não dá &#8220;pauta&#8221;, apenas a miséria humana explorada até o osso dá), ligou o carro e tal qual todo mundo, também partiu.</div>
</p>
<p style="text-align: justify;">Fios de internet, cabos, celulares e aparelhos portáteis&#8230; No meio da desinformação, nem mesmo os próprios instrumentos de informação escapam. E como tem dito a propaganda do Jornal o Estado (Estadão) &#8220;Informação e Conhecimento são coisas diferentes&#8221;. Sim, correto.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, o dia-a-dia de nossa cidadania precisa de mais, muito mais. Ambos, informação e conhecimento são indispensáveis para uma sociedade útil e ativa. O que ao meu ver ainda é parco e sua percepção e amplo em sua carência é a &#8220;transmissão&#8221; de ambos. Vou repetir a palavra&#8230; &#8220;trans-mis-são&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao retornarmos ao tempo em que o jornalismo não dependia de certificações institucionais para transmitir-se, voltamos à possibilidade de uma época mais susceptível ao avanço &#8220;via seu próprio povo&#8221; do que qualquer outro contrário. Penso que nem vale à pena comentar os já exaustos comparativos com médicos e advogados&#8230; mesmo sendo eu um jovem filho de uma ex-jornalista de carreira da Folha de São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos afastamos dos padrões de países como Arábia Saudita, Colômbia, Congo, Costa do Marfim, Croácia, Equador, Honduras, Indonésia, Síria, Tunísia, Turquia e Ucrânia, que ainda também exigem o diploma para o exercício da profissão.</p>
<p style="text-align: justify;">Em países como Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Chile, China, Costa Rica, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Irlanda, Itália, Japão, Luxemburgo, Peru, Polônia, Reino Unido, Suécia e Suíça &#8211; agora também o Brasil &#8211; não só é mais alto o nível e profundidade técnica da cobertura jornalísitica, como também é mínimo (senão quase inexistente) o número de profissionais sem qualquer formação direta ou indiretamente ligadas à TRANSMISSÃO da informação e do conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify; background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-position: initial initial;"><img class="size-full wp-image-1061" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/07/jornalismo-thumb5.jpg" height="384" align="left" width="290" style=" display: inline; float: left; margin: 0 10px 10px 0;" />E como nos disse via Twitter o comediante Rafinha Bastos, <em>&#8220;Estude para aprender, não para obter uma cela especial. Foda-se o diploma</em> (de jornalismo)&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify; background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-position: initial initial;">Quer manter seu celular? Será então que você quer continuar a usar sua internet ou assistir seus programas favoritos sem ter que ligar reclamando que ambos não estão funcionando porque alguém anda subtraindo os cabos nos túneis da rua? Ou talvez você queira resolver de uma vez por todas tantos outros problemas do seu bairro, sua cidade, seu país? Então, pare de re-clamar sem qualquer reflexão, arregace as mangas e&#8230; transmita!</p>
<p style="text-align: justify;">Transmita informação e conhecimento verificados, entretenedores, utilizáveis, úteis&#8230; enfim. Quando alguém lhe transmitir algo parecido com &#8220;vamos às ruas tirar um corrputo do poder&#8230; o local é o MASP (ou outro qualquer), as horas serão 19hs&#8221;, saia detrás de seu cômodo teclado e de seu cínico Copy-n-Paste e vá até lá. Noventa e poucos presentes AINDA ganham em transmitir a mensagem mais ideal, mesmo diante de centenas de milhares de<em>retweets</em> via internet. É boa a hora para dinstinguir a transmissão da contaminação e, aqui, o termo viral muito bem se aplica. Contaminar NÃO é o mesmo que Transmitir.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez seja tempo de remodelar o tal ditado de nossos avós &#8220;falar é fácil&#8221;.Transmitir algo ativamente poderoso é bem MENOS fácil que só falar.</p>
<p style="text-align: justify;">O verdadeiro poder não é, nunca foi e jamais deve ser de quem está &#8216;franqueado&#8217; a transmitir.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse poder aí &#8211; o poder de transmitir &#8211; é nosso. Quem autoriza é você, sou eu.</p>
<p style="clear: both">
<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
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