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	<title>Central da Augusta &#187; comer</title>
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		<title>Kebabs Augustos</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jun 2010 09:10:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[-Tarde]]></category>
		<category><![CDATA[comer]]></category>
		<category><![CDATA[Interessante]]></category>
		<category><![CDATA[kebab]]></category>
		<category><![CDATA[Noite]]></category>

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		<description><![CDATA[Podemos comer muitos dos seus pratos com a mão, mas não se trata literalmente de handheld food. E certamente, não é porque chega brevemente à mesa que estou falando de fast-food. Não senhor&#8230; Ambiente interessantíssimo, aromas convidativos e a textura de uma noite agradável e bem provida de paladares e imagens saborosamente discretas. A distância [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="clear: both"><img class="linked-to-original" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2010/04/kebabsalonuentrada4-thumb.jpg" height="409" width="333" style=" text-align: center; display: block; margin: 0 auto 10px;" />
<div style="text-align: justify;">Podemos comer muitos dos seus pratos com a mão, mas não se trata literalmente de handheld food. E certamente, não é porque chega brevemente à mesa que estou falando de fast-food. Não senhor&#8230;</div>
</p>
<p style="clear: both">
<p style="text-align: justify;">Ambiente interessantíssimo, aromas convidativos e a textura de uma noite agradável e bem provida de paladares e imagens saborosamente discretas. A distância geográfica com qualquer fast food da região é bem curta, mas é assim mesmo que certas raridades são encontradas: no meio do comum.</p>
<p style="clear: both">
<p style="text-align: justify; background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-position: initial initial;">O Kebab Salonu é algo ainda incomum por aqui. Aventure-se mais para fora das nossas fronteiras e você vai encontrar um bom punhado de opções de comida oriental de altíssima qualidade. Entretanto, este pode ser o único local onde você vai encontrar isso e uma pegadinha verde-e-amarelo que se mescla de maneira única aos seus deliciosos pratos.</p>
<p style="clear: both">
<p style="text-align: justify; background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-position: initial initial;">Como não se deve falar de boca cheia, deixo a palavra com Ricardo Amaral, o certeiro proprietário da casa que me cedeu a entrevista abaixo:</p>
<p style="clear: both">
<p style="text-align: justify;">
<p style="clear: both">
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<p style="clear: both">
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<div style="text-align: justify;"><strong>(Central da Augusta) Quando nasceu a kebaberia?</strong></div>
</p>
<p style="clear: both">
<p style="clear: both">
<p style="clear: both">
<p style="text-align: justify;"><strong>(Kebab Salonu)</strong> Nasceu de uma visita minha à França e de bate-papos com meu irmão Rodrigo Libbos, que é chef e sócio da casa. Desde o princípio, nossa idéia não era ser uma kebaberia fast food, como é o padrão na Europa e se tornou o padrão no Brasil. Aliás, quando pensamos o projeto, sequer haviam casas de kebab em SP (só uma de gyros, a versão grega do kebab enrolado). Como o Rodrigo é gastrônomo formado pelo SENAC/Campos do Jordão e apaixonado pela cozinha do Oriente Próximo, ele pesquisou a fonte e origem dos kebabs: a Turquia e países da região. Ela nasceu portanto dessa vontade de mostrar uma gastronomia inexistente no país por meio de um projeto diferente, com o jeito dos antigos cafés turcos = locais de conversas informais, boa comida e boa bebida.</p>
<p style="clear: both">
<p style="clear: both"><a href="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2010/04/kebabsalonu0.jpg" class="image-link" rel="lightbox[2118]" title="Kebabs Augustos"><img class="linked-to-original" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2010/04/kebabsalonu0-thumb.jpg" height="148" alt="" width="222" style=" text-align: center; display: block; margin: 0 auto 10px;" /></a><strong>San Picciarelli, Central &#8211; De onde veio a idéia de oferecer kebab e gastronomia oriental na Augusta?</strong></p>
<p style="clear: both">
<p style="clear: both"><strong>Ricardo Amaral, Salonu &#8211; </strong>A escolha dessa região foi logo de cara: não havia outro lugar em São Paulo tão perfeito para o que queríamos. Aqui, as pessoas circulam a pé, não há a cultura do Valet. Há cinemas, trabalho, baladas, moradores, metrô, hotéis&#8230; Enfim, uma das poucas áreas em São Paulo com vida de cidade metropolitana, e não de gueto. Há 3 anos, quando começamos o projeto de fato, era uma região de gente descolada, que arrisca novidades, mas carente de opções de comida mais gourmet. Apesar disso, lembro que sequer pensávamos exatamente na Rua Augusta, mas em ruas em seu entorno. Mas quando apareceu a oportunidade desse local, a gente tinha certeza que era para ser aqui mesmo. Ainda mais que, no mesmo local, viveu o antigo Longchamp, histórico templo gastronômico da década de 60 e 70. É uma pena que, mesmo com a melhora que vem ocorrendo graças exclusivamente ao empresariado local, ainda se tenha tanto lixo, sujeira e desrespeito do próprio cidadão com a rua. A Rua Augusta ainda é tratada com descaso por boa parte de seu público.</p>
<p style="clear: both">
<p style="clear: both"><a href="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2010/04/kebabsalonu1.jpg" class="image-link" rel="lightbox[2118]" title="Kebabs Augustos"><img class="linked-to-original" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2010/04/kebabsalonu1-thumb11.jpg" height="330" alt="" width="222" style=" text-align: center; display: block; margin: 0 auto 10px;" /></a>
<div style="text-align: justify;"><strong>San Picciarelli, Central &#8211; E o Kebab&#8230;?</strong></div>
</p>
<p style="clear: both">
<p style="text-align: justify;"><strong>Ricardo Amaral, Salonu &#8211; </strong>Kebab não é sanduíche: essa é a primeira coisa. Na Turquia, inclusive, kebab significa qualquer tipo de carne grelhada. O shish kebab, por exemplo, é o espeto grelhado. O que as casas chamam de kebab no Brasil é o döner kebab (e variações), feito no pão pita e que utiliza espeto giratório na vertical &#8211; criação alemã de um imigrante turco. O kebab teria surgido nas tribos nômades que formaram o povo turco, que faziam as carnes assadas diretamente nas espadas. Aos poucos, a moda se espalhou até a China e influenciou a gastronomia em quase todo mundo, até mesmo na Itália (as almôndegas são uma variação do köfte kebab). Muda de nome dependendo do país: espetada em Portugal, gyro na Grécia, michuí nos países árabes, kabob na Índia, kabab no Irã e, por que não?, espetinho no Brasil.</p>
<p style="clear: both">
<p style="clear: both"><a href="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2010/04/kebabsalonu2.jpg" class="image-link" rel="lightbox[2118]" title="Kebabs Augustos"><img class="linked-to-original" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2010/04/kebabsalonu2-thumb11.jpg" height="160" alt="" width="222" style=" text-align: center; display: block; margin: 0 auto 10px;" /></a>
<div style="text-align: justify;"><strong>San Picciarelli, Central &#8211; O que se oferece por aqui para o público?</strong></div>
</p>
<p style="clear: both">
<p style="text-align: justify;"><strong>Ricardo Amaral, Salonu &#8211; </strong>Nossa casa é bastante diversificada, mas as estrelas são os kebabs, em versão enrolada em pão lavosh ou yufka, feitos na hora, ou em versão à moda turca, no prato. Ah, e claro, as pides: esfihas turcas assadas na hora. Como complementos, temos diversas mezzes, acompanhamentos tradicionais que foram a inspiração dos tapas espanhóis, as bebidas exclusivas, como o ayran turco (bebida salgada à base de iogurte) e o frozen lassi, e nossa impecável carta de cafés Santo Grão, com o café turco como carro-chefe. No almoço, temos pratos executivos mas em breve planejamos novidades para quem não tem muito tempo mas adoraria ir mais ao Kebab Salonu.</p>
<p style="clear: both">
<p style="clear: both"><a href="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2010/04/kebabsalonu3.jpg" class="image-link" rel="lightbox[2118]" title="Kebabs Augustos"><img class="linked-to-original" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2010/04/kebabsalonu3-thumb11.jpg" height="333" alt="" width="222" style=" text-align: center; display: block; margin: 0 auto 10px;" /></a>
<div style="text-align: justify;"><strong>San Picciarelli, Central &#8211; E quem é o público mais fiel, mais frequente?</strong></div>
</p>
<p style="clear: both">
<p style="clear: both"><strong>Ricardo Amaral, Salonu &#8211; </strong>Nosso público é bastante diversificado, mas tende a ser de jovens adultos, acima dos 25 anos. E varia com o dia: durante a semana, mais amigos, grupos de executivos, médicos, cinéfilos. De final de semana, casais aparecem mais, assim como famílias e grupos de jovens. Em comum: gosto pela boa gastronomia.</p>
<p style="clear: both">
<p style="clear: both"><a href="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2010/04/kebabsalonu4.jpg" class="image-link" rel="lightbox[2118]" title="Kebabs Augustos"><img class="linked-to-original" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2010/04/kebabsalonu4-thumb11.jpg" height="148" alt="" width="222" style=" text-align: center; display: block; margin: 0 auto 10px;" /></a><strong>
<div style="text-align: justify;">San Picciarelli, Central &#8211; Quem come aqui&#8230;?</div>
<p></strong></p>
<p style="clear: both">
<p style="text-align: justify;"><strong>Ricardo Amaral, Salonu &#8211; </strong>&#8230; sabe que não há nada em São Paulo como a combinação Rua Augusta e Kebab Salonu. Ambos urbanos, descolados, diferentes, únicos. Nascidos um para o outro.</p>
<p style="clear: both">
<p style="clear: both">
<div style="text-align: justify;"> </div>
</p>
<p style="clear: both">
<p style="clear: both">
<p style="clear: both">
<p style="clear: both; text-align: right;"><em><a href="http://www.kebabsalonu.com.br/" class="l" title="Kebab Salonu" onmousedown="return clk(this.href,'','','res','1','','0CAkQFDAA')">Kebab Salonu</a> </em></p>
<p style="clear: both">
<p style="clear: both; text-align: right;">Rua Augusta, 1416</p>
<p style="clear: both">
<p style="clear: both; text-align: right;">São Paulo &#8211; SP, 01304-001</p>
<p style="clear: both">
<p style="clear: both; text-align: right;">(0xx)11 3283-0890</p>
<p style="clear: both">
<p style="clear: both">
<p style="clear: both">
<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
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		<title>Entrevista: O Pedaço do Pedaço</title>
		<link>http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/05/04/entrevista-o-pedaco-do-pedaco/</link>
		<comments>http://centraldaaugusta.com.br/theblog/2009/05/04/entrevista-o-pedaco-do-pedaco/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 May 2009 00:06:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[(Augusta 1463)]]></category>
		<category><![CDATA[augusta]]></category>
		<category><![CDATA[comer]]></category>
		<category><![CDATA[madrugada]]></category>
		<category><![CDATA[pizza]]></category>

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		<description><![CDATA[  Você chegou do trabalho. Correu feito um bom paulista e se calhar nem conseguiu comer alguma coisa boa durante o dia, que provavelmente já se foi. A noitinha (ou então na calada da madrugada), seu estômago ronca junto com a sua fissura por uma coisa que sempre queremos comer em horas assim: pizza. Normalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--:en--> </p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<div>
<div id="attachment_827" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://farm4.static.flickr.com/3379/3502214981_65d958e85f_o.jpg" rel="lightbox[814]" title="pedaco"><img class="size-full wp-image-827  " title="pedaco" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/05/pedaco.jpg" alt="O Pedaço da Pizza | hdr foto: sanpicciarelli © photo" width="550" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">O Pedaço da Pizza | hdr foto: sanpicciarelli © photo</p></div>
</div>
</div>
<p style="text-align: justify;">Você chegou do trabalho. Correu feito um bom paulista e se calhar nem conseguiu comer alguma coisa boa durante o dia, que provavelmente já se foi. A noitinha (ou então na calada da madrugada), seu estômago ronca junto com a sua fissura por uma coisa que sempre queremos comer em horas assim: pizza.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente comemos pizza com mais alguém&#8230; ou isso ou então mastigamos dois ou três pedaços daquele último pedido e jogamos fora todo o resto. Além do mais, só podemos pedir no máximo “meia disso” e “meia daquilo”, sem contar o preço&#8230; Afinal, ninguém vai pedir uma pizza para comer com pessoas que não gosta só para economizar!</p>
<p style="text-align: justify;">Querer matar a fome é algo que pode acontecer em qualquer lugar ou hora, por qualquer razão. Não seria muito ‘massa’ se desse para resolver o problema bem do jeito que a gente quer? Então, provavelmente você não baixou por aqui na Augusta e parou no Pedaço da Pizza&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Essa semana eu conversei com Danilo, massa fina e proprietário da rede, que me contou umas coisas bacanas sobre como os pedaços foram se juntando até o que a gente conhece hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">Há mais de dez anos atrás, havia uma empresa que fabricava as massas para as marcas Frescarini e Danone que acabou se mudando para a Argentina. Após um incêndio, o dono procurava descobrir o que fazer para se recuperar e decidiu voltar para o Brasil, fazendo uma experiência pouco comum para a região do jardins (lugar da primeira loja): vender pizza aos pedaços, numa loja de frente para um poste e no meio de um público que aparentemente acharia que comer pizza com a mão era praticamente um sacrilégio contra Nossa Senhora das Boas Maneiras. Mal sabia ela que quase tudo ia acabar em escarola com anchovas&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Dois anos depois, Danilo compra a loja dos jardins e parte imediatamente para uma outra aposta: montar uma loja apertada, no meio de uma infestação de outros fast-foods, com degrau na porta (nada friendly para cadeirantes), lá no centrão e com o mesmo produto: pizza em fatias. Boom!</p>
<div id="attachment_836" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://farm4.static.flickr.com/3651/3502215611_350fa54346_o.jpg" rel="lightbox[814]" title="pedaco2"><img class="size-medium wp-image-836  " title="pedaco2" src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/05/pedaco2-300x225.jpg" alt="O Pedaço da Pizza | hdr foto: sanpicciarelli © photo" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">O Pedaço da Pizza | foto: sanpicciarelli © photography</p></div>
<p style="text-align: justify;">Desde então, as filas do Espaço Unibanco se misturam com a fila para a massa do pré-filme, que vem sempre bem servida de ingredientes tradicionais e também exóticos (como a de três cogumelos e a de shimeji com couve). Segundo Danilo &#8211; e a experiência cativa deste que vos fala &#8211; a pizza “não dobra na mão” mesmo e frescuras do tipo luvinha e garfo são meras distrações da inconveniência. Com um bom punhado de pimenta sêca, azeite extra-virgem e alho assado, as pratas da casa, fechou que a sua ‘fome sem hora’ está com os minutos contados.</p>
<p style="text-align: justify;">A baixa-Augusta pode muito provavelmente ser o único lugar onde podemos dizer com tranquilidade politicamente correta que tudo pode acabar em pizza. Não é por acaso que a tal lojinha recebe uma maioria de pessoas &#8211; de todos os tipos e em todos os horários &#8211; que vão sozinhas ou em pequenos grupos para se esbaldar até com pizza de chocolate com morango ou com banana. Não há larica que aguente&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">O curioso é notar que para os paulistanos a idéia de pizza de balcão é mais velha que pizza de mozzarella. Basta perguntar a qualquer um que já se des-esfomeou com dois ou três pedaços no buteco ou na padaria mais próxima. É claro que muito provavelmente não se pode fazer isso com uma fatia finalizada na hora, com bom preço e ingredientes para todos os gostos lá no seu buteco preferido. E se você chegar de madrugada então, provavelmente vai comer algo que já mereceria uma velinha de aniversário de tão ‘novinha’.</p>
<p style="text-align: justify;">Se lhe incomoda uma muvuquinha apertada e um bom bate-papo na fila de espera (que certamente vai lhe pegar às noitinhas cinematográficas), de certo que você ou não é bom paulista, ou é melhor fazer uma reserva num restaurante com manobrista aqui da região.</p>
<p style="text-align: justify;">Já se você se satisfaz com chão de madeira, mesas harmoniosamente diferentes umas das outras e um playlist de música ambiente de gosto bem bacana, como a pizza, o neon aceso na porta avisa que você pode chegar a qualquer hora do dia ou da noite.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma curiosidade que o Danilo que contou&#8230; de tão à vontade que as pessoas se sentem, cantando alto junto com a música, olhando para os graffitis na parede ou compartilhando as grandes mesas com desconhecidos, vira-e-mexe estava acontecendo de algumas pessoas simplesmente entrarem na cozinha, pegar uma faca e cortar as suas fatias de limão para mergulhar no gargalo da garrafa da cerveja Sol &#8211; loura do tipo mexicana que claro, não pode faltar.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o jovem proprietário da casa, o bem-estar é mais do que bem-vindo, mas pede-se ao bom senso para evitar invadir o reduto do pizzaiolo!</p>
<p style="text-align: justify;">Vai que é massa! Anote:</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Serviço:</strong></p>
<p style="text-align: right;">O Pedaço da Pizza<br />
Rua Augusta, 1463 (Loja Bela Vista)</p>
<p style="text-align: right;">(abre sempre ao meio-dia)<br />
Segundas: fecha às 22hs50<br />
Terças/Quartas: fecha às 04hs00<br />
Quintas/Sexatas: fecha às 05hs00<br />
Domingos/Feriados: fecha às 02hs00</p>
<p style="text-align: right;">Aceita cartões de crédito, débito e redeshop e<br />
No horário comercial aceita Visa-Vale, TR Eletrônico, VR Smart e Sodexho Pass.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>San Picciarelli</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><br />
</strong><!--:--></p>
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		<title>Dona Onça (Ipiranga, 200)</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 23:50:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>San Picciarelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[beber]]></category>
		<category><![CDATA[centro]]></category>
		<category><![CDATA[comer]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Um pouco depois da praça Roosevelt, na Ipiranga e no histórico edifício Copan fica localizado o Dona Onça, que completa um ano de atividade agora no mês de abril. Tive que conferir quando o guia da folha disse que o bar aposta num tipo de cozinha &#8216;sentimental&#8217;. A minha sugestão pessoal seria o soffiotti com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana; font-size: 13px; line-height: 17px;"><span style="font-family: Helvetica; font-size: 12px; line-height: normal;"><img src="http://centraldaaugusta.com.br/theblog/wp-content/uploads/2009/04/dona-onca2.jpg" width="230" height="175" alt="Dona Onça Bar" style="float:left;" /></span>Um pouco depois da praça Roosevelt, na Ipiranga e no histórico edifício Copan fica localizado o Dona Onça, que completa um ano de atividade agora no mês de abril. Tive que conferir quando o guia da folha disse que o bar aposta num tipo de cozinha &#8216;sentimental&#8217;.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana; font-size: 13px; line-height: 17px;">A minha sugestão pessoal seria o soffiotti com queijo de cabra, uma espécie de envelope de massa com molhos à sua escolha. O menu é variado e de bom gosto, especialmente por combinar ingredientes de cozinha popular. Será que é aí que está o elemento sentimental do menu?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana; font-size: 13px; line-height: 17px;">Quem assina as opções é Janaina Rueda, que garante que a casa está pronta para atender até 80 pessoas. É possível beber algum vinho (Miolo e compatíveis) e cervejas (garrafa Heineken), conversar e ficar à vontade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana; font-size: 13px; line-height: 17px;">Apesar de ter ido apenas no finalzinho da tarde, me pareceu que o serviço é bem bacana. Segundo um dos garçons, os grelhados com omelete e o PF da Onça são a pedida mais comum da casa.</span></p>
<div style="text-align: right;">
<div style="text-align: right;">
    <span style="font-family: verdana; font-size: 13px; line-height: 17px;"><strong>Serviço:</strong></span>
  </div>
<div style="text-align: right; font-size: 12px;">
    <span style="font-family: verdana; font-size: 13px; line-height: 17px;"><span style="font-style: italic;">Av. Ipiranga, 200, lj. 27, &#8211; República Telefone: 3257-2016.</span></span>
  </div>
<div style="text-align: right; font-size: 12px;">
    <span style="font-style: italic;">Aceita os cartões Amex, Diners, MasterCard, Visa</span>
  </div>
<div style="text-align: right; font-size: 12px;">
    
  </div>
<div style="text-align: right; font-size: 12px;">
    
  </div>
</div>
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